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11 de novembro de 2009
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Editorial

Uma nova revista para os novos tempos

O Brasil está entrando em um novo ciclo de desenvolvimento, que, esperamos, seja sustentável e duradouro. Para investidores do mundo inteiro, somos a “bola da vez”, o mais promissor entre os países emergentes. Com o know how de quem sobreviveu a múltiplas turbulências econômicas, nas últimas décadas, o País se recupera com rapidez dos efeitos da crise econômica iniciada nos Estados Unidos, que contaminou o sistema financeiro mundial. Mantivemos a inflação sob controle, os juros e o desemprego em trajetória de queda, a concessão de crédito e as reservas internacionais em níveis satisfatórios.

Coube ao setor da Construção, como grande gerador de emprego e renda, importante participação nesse processo, ao lado da indústria automobilística e de bens de consumo -- amparadas pela série de medidas de estímulo editadas pelo governo federal. Para a Construção, esse papel foi assegurado, em grande parte, pela manutenção dos investimentos em infraestrutura, habitação e saneamento, previstos no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Hoje a indústria da Construção congrega mais de 205 mil empresas em todo o País, desde grandes expoentes da engenharia mundial até pequenas empresas que promovem a interiorização do desenvolvimento. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em seu levantamento preliminar do desempenho da economia em 2008, o setor obteve incremento notável, naquele ano, crescendo 8%, muito acima do aumento de 5,1


O Brasil está entrando em um novo ciclo de desenvolvimento, que, esperamos, seja sustentável e duradouro. Para investidores do mundo inteiro, somos a “bola da vez”, o mais promissor entre os países emergentes. Com o know how de quem sobreviveu a múltiplas turbulências econômicas, nas últimas décadas, o País se recupera com rapidez dos efeitos da crise econômica iniciada nos Estados Unidos, que contaminou o sistema financeiro mundial. Mantivemos a inflação sob controle, os juros e o desemprego em trajetória de queda, a concessão de crédito e as reservas internacionais em níveis satisfatórios.

Coube ao setor da Construção, como grande gerador de emprego e renda, importante participação nesse processo, ao lado da indústria automobilística e de bens de consumo -- amparadas pela série de medidas de estímulo editadas pelo governo federal. Para a Construção, esse papel foi assegurado, em grande parte, pela manutenção dos investimentos em infraestrutura, habitação e saneamento, previstos no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Hoje a indústria da Construção congrega mais de 205 mil empresas em todo o País, desde grandes expoentes da engenharia mundial até pequenas empresas que promovem a interiorização do desenvolvimento. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em seu levantamento preliminar do desempenho da economia em 2008, o setor obteve incremento notável, naquele ano, crescendo 8%, muito acima do aumento de 5,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Já na estimativa do Sindicato da Construção Civil de Grandes Estruturas no Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), esse percentual pode chegar a 10%, considerando outros indicadores além da produção física dos materiais de construção.

Segundo o IBGE, a Construção também teve uma participação relevante na Formação Bruta de Capital Fixo, que cresceu 13,8% em 2008 e representou 19% do PIB, a mais alta taxa de investimentos desde o início da série histórica do instituto, em 2000. Em 2008, os investimentos em construção foram estimados em R$ 206,8 bilhões pelo IBGE, o que significou um aumento de 8,9% em relação a 2007.

A força de impulsão dessa indústria também pode ser medida pela sua capacidade de geração de empregos. Conforme a última Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade-SP) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o número de empregados do setor, em seis das principais regiões metropolitanas do País registrou, em setembro último, alta de 16,2% em relação ao mesmo mês de 2008. Isso representou a criação de 155 mil postos de trabalho, quase três vezes mais que as vagas criadas pelo setor de serviços no mesmo período.

Por todos esses fatores, os setores da Construção e Engenharia no Brasil estavam, há muito tempo, precisando de um veículo de informação que retratasse com fidelidade a dimensão alcançada e que reconhecesse a sua importância no contexto da economia do País, com uma linha editorial ancorada nos fundamentos básicos do bom jornalismo: isenção, imparcialidade, compromisso com a verdade, atualidade das informações, profundidades nas análises e espírito crítico.

A revista Grandes Construções nasce com a missão de suprir esta lacuna, tornando-se leitura obrigatória da elite econômica do Brasil -- empresários e executivos das grandes empresas de construção, engenharia, concessionárias de infraestrutura; investidores, formadores de opinião, tomadores de decisão, responsáveis por compra de equipamentos e contratação de serviços; líderes setoriais, representantes dos segmentos da indústria e políticos que atuam no setor, entre outros.

Sempre atenta às novidades e fatos relevantes do mercado, Grandes Construções informará aos seus leitores, de forma simples e direta, sobre grandes projetos em desenvolvimento no mundo, novos métodos, as novas tendências, novas tecnologias e novos equipamentos, estreitando vínculo entre engenheiros, técnicos e compradores em potencial com as modernas tecnologias e seus principais fornecedores.

O Brasil está emergindo da crise mundial mais forte, mais confiante e mais respeitado entre as nações, num cenário onde informação e conhecimento são importantes diferenciais. Neste contexto, é imperativo que empresas e profissionais estejam atualizados, acompanhando as mudanças, deixando o velho para trás e encarando os novos tempos municiados com informação de qualidade.

Grandes Construções é fruto desta revolução tecnológica que estaremos vivendo num futuro próximo e ao mesmo tempo, agente número 1 na veiculação das informações sobre essas mudanças.

Conte conosco e boa leitura!


Afonso Celso Mamede

Presidente da Sobratema

 

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