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30 de outubro de 2020
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Editorial

Tecnologia a serviço da eficiência

Por Redação

Aos menos desde 2015, quando foi realizada a COP-21 (21ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas) em Paris, a demanda por projetos imobiliários autossuficientes em energia ganhou impulso em todo o mundo, estimulando a adoção de soluções prediais com alta eficiência energética e a aplicação de fontes renováveis.

De lá para cá, esse movimento ganhou ainda maior abrangência, estimulando projetos construtivos que contemplam reúso de água, emprego de materiais recicláveis e estratégias para a redução de resíduos e emissões, mas também simulações virtuais, sistemas de automação, logística aprimorada e uma série de outros recursos que visam a aumentar a eficiência – construtiva e de uso das estruturas –, diminuir o desperdício e minimizar o impacto dos empreendimentos sob diferentes aspectos.

Além da emergência climática que o planeta enfrenta, outro importante impulsionador dessa tendência foi a constatação de que, à medida que se maximiza a eficiência, o investimento na sustentabilidade dos projetos não apenas acaba se pagando, como ainda traz


Aos menos desde 2015, quando foi realizada a COP-21 (21ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas) em Paris, a demanda por projetos imobiliários autossuficientes em energia ganhou impulso em todo o mundo, estimulando a adoção de soluções prediais com alta eficiência energética e a aplicação de fontes renováveis.

De lá para cá, esse movimento ganhou ainda maior abrangência, estimulando projetos construtivos que contemplam reúso de água, emprego de materiais recicláveis e estratégias para a redução de resíduos e emissões, mas também simulações virtuais, sistemas de automação, logística aprimorada e uma série de outros recursos que visam a aumentar a eficiência – construtiva e de uso das estruturas –, diminuir o desperdício e minimizar o impacto dos empreendimentos sob diferentes aspectos.

Além da emergência climática que o planeta enfrenta, outro importante impulsionador dessa tendência foi a constatação de que, à medida que se maximiza a eficiência, o investimento na sustentabilidade dos projetos não apenas acaba se pagando, como ainda traz ganhos relevantes com a valorização dos empreendimentos e o avanço técnico do próprio setor, resultando assim em ganhos construtivos, ambientais e econômicos.

Nesta edição especial, a Revista Grandes Construções busca aprofundar esse importante tema, ouvindo especialistas de construtoras, incorporadoras, consultorias, certificadoras e empresas de engenharia para lançar luz sobre os movimentos do mercado imobiliário brasileiro no sentido de alavancar o conceito de construção sustentável no país, um desafio que está diretamente atrelado à valorização dos projetos, com adoção de tecnologias e soluções inovadoras no setor, mas também à disposição em remodelar negócios tradicionais e seguir as oportunidades que vêm sendo abertas por uma nova visão dentro da cadeia produtiva.

Em um esforço de colaborar nessa tarefa com a disseminação de informações, a presente edição também inclui o ‘1º Levantamento Grandes Construções do Mercado Imobiliário – Módulo Inovação’, uma iniciativa inédita no campo editorial brasileiro que destaca empreendimentos residenciais e comerciais que – seja no canteiro ou na obra já finalizada – foram certificadas nos últimos anos por entidades reconhecidas do setor, ressaltando as peculiaridades técnicas e de processo que as inserem em um novo patamar de qualidade. Desse modo, o Levantamento almeja aumentar a visibilidade desses projetos inovadores, levando a um público-alvo seleto as ações que vêm mudando para melhor a realidade da construção brasileira na atualidade.

Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj. 701/703 Água Branca - CEP 05001-000 São Paulo/SP

Telefone (11) 3662-4159

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