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Revista GC - Ed.21 - Novembro 2011
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Editorial

Burocracia barra entrada de investidor privado nos Portos

Grandes Construções traz, nesta edição, matéria especial sobre os portos públicos do País que, por sua ineficiência, baixa produtividade e limitações em sua infraestrutura, ocupam o 130o lugar, junto aos piores do mundo, em um ranking de 142 nações. A conclusão é de um recente levantamento realizado pelo Fórum Econômico Mundial. Nesta incômoda posição, o Brasil fica atrás de todos os países do BRICS — grupo econômico que reúne as chamadas nações emergentes, formado pelo próprio Brasil, além da Rússia, Índia, China e África do Sul.

No ranking realizado no ano anterior, o Brasil estava na 104º posição, mas despencou 26 posições, graças à lentidão do governo para tirar da gaveta importantes projetos destinados a modernizar e ampliar a estrutura existente.

Mas os problemas não se resumem à morosidade na execução dos investimentos, capazes de alavancar a capacidade de movimentação de cargas nos portos aos patamares da demanda crescente do País. Para piorar a situação, o governo ainda impõe obstáculos ao aporte de investimentos privados no sistema.

De acordo com a Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), entidade que representa as empresas detentoras ou administradoras de terminais portuários, de uso exclusivo, misto ou público, cerca de R$ 25 bilhões estão disponíveis, nas mãos de empreendedores, interessados em investir no setor.  São recursos que poderiam ser aplicados na construção ou modernização de terminais privados para escoamento de


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