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Regras para construção do trem-bala sofrem nova alteração

Mundança no edital altera local da estação na cidade de São Paulo

Portal 2014

10/06/2011 10h13 | Atualizada em 10/06/2011 13h38


A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vai alterar novamente o edital do Trem de Alta Velocidade (TAV) que ligará Campinas (SP) ao Rio de Janeiro, revelou hoje o jornal “O Estado de S. Paulo”.

"Já está definido. Fizemos uma reunião técnica e faremos essa alteração. O que muda é o fato de a escolha da empresa não mais ser de livre arbítrio do governo", afirmou Bernardo Figueiredo, diretor-geral da ANTT. As mudanças no edital ainda não foram publicadas no Diário Oficial.

A futura linha do trem-bala foi concebida para ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, passando pelos aeroportos de Viracopos (SP), Cumbica (SP) e Galeão (RJ). A mu

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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vai alterar novamente o edital do Trem de Alta Velocidade (TAV) que ligará Campinas (SP) ao Rio de Janeiro, revelou hoje o jornal “O Estado de S. Paulo”.

"Já está definido. Fizemos uma reunião técnica e faremos essa alteração. O que muda é o fato de a escolha da empresa não mais ser de livre arbítrio do governo", afirmou Bernardo Figueiredo, diretor-geral da ANTT. As mudanças no edital ainda não foram publicadas no Diário Oficial.

A futura linha do trem-bala foi concebida para ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, passando pelos aeroportos de Viracopos (SP), Cumbica (SP) e Galeão (RJ). A mudança no edital poderá retirar a citação do Campo de Marte como o local da estação na capital paulista porque a prefeitura prefere que a estação seja na Barra Funda, zona oeste, alvo de um projeto de revitalização urbana.

As sugestões serão avaliadas em reunião com representantes do Ministério da Ciência e da Tecnologia e do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior na ANTT, quando serão apresentadas as conclusões do grupo de trabalho responsável por essas questões.

O governo não aceitará propostas que alterem "o modelo e a economia" do projeto, antecipou Bernardo Figueiredo. "Não há argumento, por exemplo, para mudar a tarifa-teto", disse ao Estadão em resposta a empresas interessadas na licitação que defendem que a tarifa teto seja definida no leilão por meio de lances livres.

O edital estabelece que o valor máximo que pode ser cobrado para os passageiros da classe econômica é de R$ 0,49 por quilômetro, o que limita o preço da passagem entre Rio e São Paulo, por exemplo, a cerca de R$ 200,00.

 

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