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Obras de infra ganham agilidade

Atividade que levaria seis meses durou 48 horas

Webtranspo

03/08/2010 17h54 | Atualizada em 03/08/2010 21h24


A modernidade tem agilizado os processos de construção e revitalização em obras de infraestrutura. Pelo menos é o que comprova uma iniciativa inédita do Dnit (Departamento de Infraestrutura de Transportes) que refez um viaduto no Rio Grande do Sul em 48 horas; o trabalho levaria seis meses para ser concluído, normalmente.

No último fim de semana, o tráfego de veículos na altura do km 260 da BR-116 (entre Canoas e Esteio) foi totalmente interditado, para a demolição do antigo viaduto da Petrobrás, em frente à Refinaria Alberto Pasqualini.

O trabalho foi iniciado na sexta-feira à noite e, durante o sábado e o domingo, os res

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A modernidade tem agilizado os processos de construção e revitalização em obras de infraestrutura. Pelo menos é o que comprova uma iniciativa inédita do Dnit (Departamento de Infraestrutura de Transportes) que refez um viaduto no Rio Grande do Sul em 48 horas; o trabalho levaria seis meses para ser concluído, normalmente.

No último fim de semana, o tráfego de veículos na altura do km 260 da BR-116 (entre Canoas e Esteio) foi totalmente interditado, para a demolição do antigo viaduto da Petrobrás, em frente à Refinaria Alberto Pasqualini.

O trabalho foi iniciado na sexta-feira à noite e, durante o sábado e o domingo, os responsáveis pela obra atuaram na instalação de um outro viaduto no mesmo local, já que o antigo havia sido construído nos anos 60 e precisa ser substituído. Já nesta segunda-feira, 2, o tráfego de veículos foi liberado pelo novo viaduto.

“Ao planejarmos esta obra, nos preocupamos com o método a ser empregado. Então usamos uma tecnologia que pudesse causar o mínimo possível de transtorno”, comentou Vladimir Casa, Superintendente do regional da Autarquia no Estado.

Método
A técnica de engenharia empregada na substituição é inédita no Estado. Um guindaste de 500 toneladas foi utilizado para transportar, pela BR-116, quatro módulos de 11 x 15 metros, e 60 toneladas cada. Esses módulos formaram a pista com duas faixas de tráfego para cada sentido, sobre a estrutura.

Desde o ano passado, o DNIT realiza a recuperação das fundações e dos pilares da obra-de-arte especial. O novo viaduto é uma estrutura em metal de 240 toneladas que sustenta quatro módulos. Sobre eles há duas pistas de tráfego de 3,6 metros com acostamento externo de 2,5 metros e barreira lateral de proteção.

O investimento para a implantação da nova estrutura foi de R$ 6,8 milhões.

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