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05/08/2011 13h00 | Atualizada em 05/08/2011 17h55
Reunida nesta quinta-feira (4), a Comissão Geral de Licitação (CGL), do governo do Amazonas, aprovou por unanimidade a proposta de preço para a obra do monotrilho de Manaus.
A proposta, apresentada pelo Consórcio Monotrilho Manaus na última terça-feira (2), é de R$ 1,4 bilhão, dinheiro que será usado na elaboração do projeto executivo, construção e fornecimento e implantação do sistema, informou hoje o portal A Crítica.
A previsão do consórcio é que as obras do primeiro trecho do monotrilho - percurso que vai do centro da cidade até a Arena Amazônia, no bairro Flores, zona centro-sul da capital amazonense - tenham início a partir de dezembro deste ano, e possam
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Reunida nesta quinta-feira (4), a Comissão Geral de Licitação (CGL), do governo do Amazonas, aprovou por unanimidade a proposta de preço para a obra do monotrilho de Manaus.
A proposta, apresentada pelo Consórcio Monotrilho Manaus na última terça-feira (2), é de R$ 1,4 bilhão, dinheiro que será usado na elaboração do projeto executivo, construção e fornecimento e implantação do sistema, informou hoje o portal A Crítica.
A previsão do consórcio é que as obras do primeiro trecho do monotrilho - percurso que vai do centro da cidade até a Arena Amazônia, no bairro Flores, zona centro-sul da capital amazonense - tenham início a partir de dezembro deste ano, e possam ser concluídas até 2014. Ainda não foram definidos, porém, detalhes da obra como quantas estações terá o sistema, nem sua extensão total.
Transporte urbano - infraestrutura
Monotrilho trará impactos em Manaus
Imóveis terão de ser remanejados
Em audiência pública realizada pelo Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) na última segunda-feira (1), o coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa 2014, Miguel Capobiango, declarou que as áreas destinadas às estações do monotrilho de Manaus, nas zonas norte e leste, serão as mais passíveis de desapropriações residenciais, apurou o portal "@24am.com".
Já as construções ao redor da Arena Amazônia, esclareceu Capobiango, não sofrerão impactos diretos das obras para a Copa de 2014.
São nove as estações do monotrilho. Os remanejamentos devem afetar imóveis do largo da Igreja da Matriz, no centro, até o terminal 4 (T4), no Jorge Teixeira. Também a avenida Max Teixeira, na Cidade Nova, zona norte, deve ser alvo de desapropriações.
Exceto nas estações da Cidade Nova (T5) e do Jorge Teixeira (T4), que serão adaptadas ao novo sistema, estão previstos grandes deslocamentos habitacionais para a construção destas bases. Capobiango informou que serão feitos estudos naquelas áreas para desenvolver os projetos de forma a evitar ao máximo os remanejamentos e impactos habitacionais.
Entre as avenidas cujos estabelecimentos comerciais (maioria nos locais) serão os mais prejudicados, de acordo com o coordenador da UGP, estão Torquato Tapajós, Max Teixeira e Constantino Nery. Já a área que cerca a Arena Amazônia não trará grandes mudanças aos moradores, uma vez que todas as transformações estão previstas para o complexo que abriga, hoje, o Sambódromo, a Vila Olímpica e a Arena Amadeu Teixeira, além do novo estádio, explicou Capobianco.
A audiência pública teve participação de representantes do MPF/AM, do município e do estado, além de associações de moradores. Novos fóruns estão previstos para ocorrer ao longo do processo.
16 de abril 2020
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