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Governo muda edital do TAV para atrair operadores

Investimento em superestrutura ficará para o leilão da obra

O Globo

07/11/2012 08h56


Para atrair operadores para o Trem de Alta Velocidade (TAV) que ligará Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, o governo decidiu enxugar a primeira fase do leilão, cujo edital será divulgado no final de novembro. Investimentos na superestrutura (trilhos, lastros e dormentes), previstos para entrar no primeiro leilão, que decidirá quem será o operador do TAV, foram transferidos para o segundo leilão, previsto para acontecer em 2013.

Com isso, a responsabilidade da implantação da superestrutura deixará de ser do operador e passa para a empresa que fará a parte de infraestrutura da obra, o que deixou o primeiro leilão R$ 1,687 bilhão mais barato.

O governo decidiu também atender um pedido dos operadores interessados na consult

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Para atrair operadores para o Trem de Alta Velocidade (TAV) que ligará Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, o governo decidiu enxugar a primeira fase do leilão, cujo edital será divulgado no final de novembro. Investimentos na superestrutura (trilhos, lastros e dormentes), previstos para entrar no primeiro leilão, que decidirá quem será o operador do TAV, foram transferidos para o segundo leilão, previsto para acontecer em 2013.

Com isso, a responsabilidade da implantação da superestrutura deixará de ser do operador e passa para a empresa que fará a parte de infraestrutura da obra, o que deixou o primeiro leilão R$ 1,687 bilhão mais barato.

O governo decidiu também atender um pedido dos operadores interessados na consulta pública do TAV e ampliará de seis para oito meses o prazo para entrega das propostas.

Para ampliar a concorrência, também foi reduzido o período mínimo de experiência em operação com trens de alta velocidade sem graves acidentes de dez para cinco anos. A mudança constará no edital. A mudança atenderá principalmente à Hyundai, que tem oito anos de experiência.

Coreia, Japão, Alemanha, França e Espanha devem participar da disputa como operadoras. A China tem registros recentes de acidentes e as empresas do país poderão fornecer tecnologia se associadas a um operador. Associações entre empresas de outros países não estão descartadas.

 

 

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