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Dinamarca quer investir em projetos da Copa e da Olimpíada

Governo dinamarquês destacou as oportunidades em projetos sustentáveis para 2014 e 2016

EFE:

31/03/2011 14h58 | Atualizada em 31/03/2011 19h14


O governo da Dinamarca expressou hoje (30) sua intenção de estabelecer relações comerciais bilaterais com o Brasil e destacou as oportunidades em projetos sustentáveis aplicados em infraestruturas para o Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

A ministra de Relações Exteriores dinamarquesa, Lene Espersen, em visita ao Brasil, assegurou que as empresas dinamarquesas "são fortes" no âmbito das "soluções sustentáveis" aplicadas em infraestruturas e energia, por isso que "têm algo a oferecer" para a realização dos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará.

Em declarações à Agência Efe, a chefe da diplomacia dinamarquesa, que viaja acompanhada de uma delegação de empresários, destacou o seto

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O governo da Dinamarca expressou hoje (30) sua intenção de estabelecer relações comerciais bilaterais com o Brasil e destacou as oportunidades em projetos sustentáveis aplicados em infraestruturas para o Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

A ministra de Relações Exteriores dinamarquesa, Lene Espersen, em visita ao Brasil, assegurou que as empresas dinamarquesas "são fortes" no âmbito das "soluções sustentáveis" aplicadas em infraestruturas e energia, por isso que "têm algo a oferecer" para a realização dos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará.

Em declarações à Agência Efe, a chefe da diplomacia dinamarquesa, que viaja acompanhada de uma delegação de empresários, destacou o setor de agronegócios e alimentos e concretamente a tecnologia para o processamento de carne como um dos campos para fortalecer os intercâmbios.

Lene declarou que a Dinamarca pode funcionar como uma porta de entrada na Europa para o Brasil e assegurou que seu Executivo procura laços para que os dois países saiam ganhando.

A ministra visitou a sede da Federação de Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), onde desde terça-feira é organizado um seminário empresarial brasileiro-dinamarquês com o objetivo de estimular o comércio e o investimento bilateral.

Os fluxos comerciais entre os países no ano passado somaram cerca de US$ 911 milhões, segundo dados do Ministério de Desenvolvimento Industrial e Comércio.

A balança comercial bilateral aponta um saldo negativo de US$ 175 milhões para o Brasil.

 

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