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Dilma e Lula inauguram maior ponte estaiada fluvial do Brasil

EFE

25/10/2011 10h14 | Atualizada em 25/10/2011 14h06


Ponte custou mais de R$ 1 bilhão e passa por cima dos rios Negro e Amazonas

Acompanhada pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, a presidenteDilma Rousseff inaugurou nesta segunda-feira a ponte Rio Negro, uma imponente construção de 3.595 metros que será aberta ao tráfego de veículos a partir das 21h (horário de Brasília).

Construída na confluência dos rios Negro e Amazonas, com custo aproximado de R$ 1,099 bilhão, a ponte ligará Manaus ao município de Iranduba (AM). Segundo o governo, ela é também a segunda maior ponte estaiada do mundo em águas fluviais, atrás apenas da construída sobre o rio Orinoco, na Venezuela.

A obra, que durou três anos e dez meses para ficar pronta, gerou emprego para 3,4 mil trabalh

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Ponte custou mais de R$ 1 bilhão e passa por cima dos rios Negro e Amazonas

Acompanhada pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, a presidenteDilma Rousseff inaugurou nesta segunda-feira a ponte Rio Negro, uma imponente construção de 3.595 metros que será aberta ao tráfego de veículos a partir das 21h (horário de Brasília).

Construída na confluência dos rios Negro e Amazonas, com custo aproximado de R$ 1,099 bilhão, a ponte ligará Manaus ao município de Iranduba (AM). Segundo o governo, ela é também a segunda maior ponte estaiada do mundo em águas fluviais, atrás apenas da construída sobre o rio Orinoco, na Venezuela.

A obra, que durou três anos e dez meses para ficar pronta, gerou emprego para 3,4 mil trabalhadores e consumiu 20 mil toneladas de aço, 1,5 milhão de sacos de cimento, 47 mil metros cúbicos de areia, além de 72 mil toneladas de revestimento de betume.

Os principais beneficiados pela construção da ponte são os municípios de Iranduba - dedicado à produção de cerâmica - e Manacapuru, localizada a cerca de 80 quilômetros de Manaus.

No mesmo ato, Dilma assinou um decreto que estende as vantagens fiscais da zona franca de Manaus para todas as cidades de sua região metropolitana nos próximos 50 anos, o que representa um incentivo à instalação de indústrias fora da capital amazonense.

'Conseguimos preservar a floresta e criar oportunidades de trabalho para uma vida digna, conjugando crescimento e respeito ao meio ambiente', disse a presidente.

 

 

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