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26/04/2011 10h34 | Atualizada em 26/04/2011 13h53
O governo de Mato Grosso divulgou o Plano de Mobilidade Urbana da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá, documento que procura orientar os projetos de transporte em Cuiabá e cidades vizinhas para a Copa de 2014.
Na prática, o documento aponta para o pós-Copa, e considera o desenvolvimento da região até 2030, explica o engenheiro Rafael Detoni, coordenador estadual dos projetos de mobilidade para o Mundial.
"O plano é o primeiro legado que a região de Cuiabá terá dos preparativos para a Copa. Procuramos trabalhar num horizonte mais amplo, de 20 anos, para aproveitar o interesse despertado pelo evento e pensar o transporte urbano de uma forma sistêmica, como nunca havia sido feito em Cuiabá."
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O governo de Mato Grosso divulgou o Plano de Mobilidade Urbana da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá, documento que procura orientar os projetos de transporte em Cuiabá e cidades vizinhas para a Copa de 2014.
Na prática, o documento aponta para o pós-Copa, e considera o desenvolvimento da região até 2030, explica o engenheiro Rafael Detoni, coordenador estadual dos projetos de mobilidade para o Mundial.
"O plano é o primeiro legado que a região de Cuiabá terá dos preparativos para a Copa. Procuramos trabalhar num horizonte mais amplo, de 20 anos, para aproveitar o interesse despertado pelo evento e pensar o transporte urbano de uma forma sistêmica, como nunca havia sido feito em Cuiabá."
Detoni diz que o investimento para o estudo foi realizado pela iniciativa privada, por meio de uma associação de criadores de gado.
O plano foi apresentado na semana passada pelo diretor de Planejamento e Gestão da Agecopa (agência da Copa em Mato Grosso), Yênes Magalhães, ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Estratégico (CMDE) de Cuiabá.
No encontro, Magalhães justificou a escolha em 2008 do sistema Bus Rapid Transit (BRT) como o modelo mais adequado de transporte urbano da cidade por suas vantagens econômicas. No entanto, ressaltou que caberá ao governador Silval Barbosa a decisão final entre o corredor de ônibus e o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
Faltando três anos para a Copa, Mato Grosso ainda não bateu o martelo por um dos sistemas. Nesta segunda-feira (25), o novo diretor-presidente da Agecopa, Eder Moraes, questionou a opção da cidade pelo sistema BRT e declarou que estudará a alternativa do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Moraes planeja viajar à Europa para conhecer em detalhes o funcionamento do VLT.
16 de abril 2020
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