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30/10/2012 09h04 | Atualizada em 30/10/2012 11h38
O Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, atingiu a marca de 81% das obras prontas, de acordo com a Secretaria de Comunicação Social do governo do Distrito Federal.
Com a montagem da arquibancada superior em vias de ser finalizada, os trabalhos agora passam a se concentrar na montagem da cobertura, que se inicia no mês de novembro.
O método de instalação do teto do estádio brasiliense lembra aquele utilizado na Fonte Nova e no Maracanã. No caso do Mané Garrincha, 48 macacos hidráulicos vão içar os cabos que sustentam a cobertura, que, por sua vez, é revestida por uma membrana autolimpante que cobrirá todos os 71 mil assentos da arena.
Produzidos na China e na Inglaterra, os macacos hidráulicos estão sendo te
...O Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, atingiu a marca de 81% das obras prontas, de acordo com a Secretaria de Comunicação Social do governo do Distrito Federal.
Com a montagem da arquibancada superior em vias de ser finalizada, os trabalhos agora passam a se concentrar na montagem da cobertura, que se inicia no mês de novembro.
O método de instalação do teto do estádio brasiliense lembra aquele utilizado na Fonte Nova e no Maracanã. No caso do Mané Garrincha, 48 macacos hidráulicos vão içar os cabos que sustentam a cobertura, que, por sua vez, é revestida por uma membrana autolimpante que cobrirá todos os 71 mil assentos da arena.
Produzidos na China e na Inglaterra, os macacos hidráulicos estão sendo testados em São Paulo e devem chegar ao canteiro de obras em Brasília no começo de novembro.
O içamento dos cabos vai acontecer de forma automatizada, "para garantir a geometria circular da cobertura, a sincronia e a precisão necessárias", na definição da Secretaria de Comunicação.
Depois dos cabos de sustentação, serão montadas as treliças metálicas, que formarão a base para a colocação da membrana de 90 mil m². Esta membrana, por sinal, chega ao Brasil em dezembro. Ela permitirá a passagem da luz natural, retendo o calor e a poluição do ar.
Sobre o anel de compressão, cuja instalação foi finalizada no mês de setembro, o consórcio construtor (Via Engenharia e Andrade Gutierrez) vai aproveitar a estrutura para colocar as placas fotovoltaicas, responsáveis pela captação de energia solar para geração de eletricidade.
A usina solar do estádio brasiliense é apenas uma das novidades que o credenciam para receber o certificado máximo de sustentabilidade, o Leed Platinum. Para isso, no projeto do Mané Garrincha foram previstas ações como reciclagem de materiais, utilização dos ventos, captação de água da chuva e a já citada usina solar sobre a estrutura de concreto.
A um custo de aproximadamente R$ 800 milhões, valor que pode aumentar com as licitações de ítens complementares (gramado, TI) que estão por vir - a previsão de entrega da arena brasiliense é fevereiro de 2013. Quatro meses depois da conclusão, o estádio será palco da abertura da Copa das Confederações. Depois, em 2014, vai receber sete partidas da Copa do Mundo.
16 de abril 2020
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