Infraestrutura
Webtranspo
17/10/2011 14h38
Os carros chineses estão cada vez mais comuns nas ruas brasileiras, os investimentos da China, no entanto, não devem para por aí. Recentemente, a CNT (Confederação Nacional do Transporte) fechou um acordo com Tian Chenghong, vice-governador da província de Hubei, para o desenvolvimento de parcerias no setor de infraestrutura de transportes.
Com este negócio, a entidade e o Departamento de Comércio Exterior da Província de Hubei trabalharão, em conjunto, para analisar oportunidades de investimento na melhoria da infraestrutura brasileira no setor. A confederação poderá, assim, servir como intermediária para os chineses em ações do governo que prevejam parcerias com empresas privadas.
"A CNT pretende ser um elo entre o
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Os carros chineses estão cada vez mais comuns nas ruas brasileiras, os investimentos da China, no entanto, não devem para por aí. Recentemente, a CNT (Confederação Nacional do Transporte) fechou um acordo com Tian Chenghong, vice-governador da província de Hubei, para o desenvolvimento de parcerias no setor de infraestrutura de transportes.
Com este negócio, a entidade e o Departamento de Comércio Exterior da Província de Hubei trabalharão, em conjunto, para analisar oportunidades de investimento na melhoria da infraestrutura brasileira no setor. A confederação poderá, assim, servir como intermediária para os chineses em ações do governo que prevejam parcerias com empresas privadas.
"A CNT pretende ser um elo entre o governo da presidente Dilma e os empresários de transporte e de serviços dos dois países. O nosso papel é o de colaborar com o governo, estimulando novas parcerias para investimentos em obras na infraestrutura de transportes. Vejo este momento como muito oportuno: o Brasil precisa de recursos e a China os tem disponíveis e decisão política de participar da construção de obras de infraestrutura no País", declarou Clésio Andrade, senador e também presidente da entidade.
Segundo Andrade, as necessidades do Brasil no transporte vão ao encontro da vontade chinesa de investir por aqui, e a confederação tratará de fazer com que haja uma sintonia entre os empresários orientais interessados no repasse de recurso e o Governo Federal que lança mão dos projetos para o setor.
“O Plano CNT de Transporte e Logística, estudo com 748 projetos em todo o país e em todos os modais do transporte, aponta que serão necessários cerca de R$ 405 bilhões para recuperar o crônico atraso da infraestrutura do país. Este objetivo será impossível de ser atingido só com recursos públicos ou de empresas brasileiras. Precisamos de capital externo e os chineses querem participar ativamente deste grande programa nacional", afirmou o político.
Chenghong foi na mesma linha de Andrade e considerou que a entidade terá papel fundamental, na avaliação e prospecção de projetos em transportes, em que os chineses possam investir.
16 de abril 2020
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