Infraestrutura
Valor
19/04/2011 09h41 | Atualizada em 19/04/2011 13h12
O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, descartou nesta segunda-feira a possibilidade de alterações no modelo de concessão do Trem de Alta Velocidade (TAV). “Poderemos fazer alguns ajustes, mas não mudar as condições do projeto”, comentou Figueiredo, após participar de seminário na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo.
O diretor-geral da ANTT deu como exemplo de possível ajuste a participação das companhias na escolha de parceiros para a realização da obra. “O edital diz que o governo vai escolher o parceiro da tecnologia estrangeira no Brasil. As empresas querem participar dessa escolha”, destacou, acrescentando que esses ajustes, se acontecerem,
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O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, descartou nesta segunda-feira a possibilidade de alterações no modelo de concessão do Trem de Alta Velocidade (TAV). “Poderemos fazer alguns ajustes, mas não mudar as condições do projeto”, comentou Figueiredo, após participar de seminário na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo.
O diretor-geral da ANTT deu como exemplo de possível ajuste a participação das companhias na escolha de parceiros para a realização da obra. “O edital diz que o governo vai escolher o parceiro da tecnologia estrangeira no Brasil. As empresas querem participar dessa escolha”, destacou, acrescentando que esses ajustes, se acontecerem, não vão implicar novo adiamento do leilão de concessão, marcado para o dia 29 de julho. A data do evento já foi alterada duas vezes.
Figueiredo diz que há grupos de cinco países - Alemanha, França, Japão, Coreia do Sul e Espanha - interessados em fornecer tecnologia para o projeto do trem-bala brasileiro. “O desafio é eles combinarem entre si para entrar na licitação”, avaliou, explicando que não há como ter cinco consórcios porque, para isso, seria necessário ter cinco empresas de grande porte na área de construção. “E isso nós não temos.”
O diretor da ANTT acredita que há a possibilidade de formação de três consórcios para a disputa do TAV, “mas se tiver um só interessado, já é suficiente”, afirmou.
O prazo para conclusão do TAV é 2018, mas, segundo Figueiredo, há um esforço para que ao menos um trecho fique pronto até a Olimpíada de 2016.
16 de abril 2020
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