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Valor Online
11/08/2010 12h39 | Atualizada em 11/08/2010 17h42
O consórcio Maracanã Rio 2014, formado por Andrade Gutierrez, Odebrecht e Delta, venceu a licitação para realizar as obras no Maracanã para a Copa de 2014. A construtora concorrente OAS entregou um lance mais alto que o consórcio e ficou de fora.
O consórcio liderado pela Odebrecht ofereceu um lance de R$ 705 milhões, enquanto a OAS havia se proposto a receber R$ 712 milhões para realizar as obras. O lance do Maracanã Rio 2014 ficou 2,14% abaixo do valor definido pelo governo, que era de R$ 720 milhões.
O prazo final para a entrega é dezembro de 2012, porque o estádio precisa estar pronto para a Copa das Confederações, que será realizada em 2013.
A secretaria de obras informou que o processo de financiamento de R$
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O consórcio Maracanã Rio 2014, formado por Andrade Gutierrez, Odebrecht e Delta, venceu a licitação para realizar as obras no Maracanã para a Copa de 2014. A construtora concorrente OAS entregou um lance mais alto que o consórcio e ficou de fora.
O consórcio liderado pela Odebrecht ofereceu um lance de R$ 705 milhões, enquanto a OAS havia se proposto a receber R$ 712 milhões para realizar as obras. O lance do Maracanã Rio 2014 ficou 2,14% abaixo do valor definido pelo governo, que era de R$ 720 milhões.
O prazo final para a entrega é dezembro de 2012, porque o estádio precisa estar pronto para a Copa das Confederações, que será realizada em 2013.
A secretaria de obras informou que o processo de financiamento de R$ 400 milhões a ser realizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já está em fase final. O restante dos recursos será proveniente do Tesouro Nacional. No dia 15 de julho, foram entregues os documentos das empresas que pretendiam participar da licitação para a realização das obras do Maracanã.
No dia 23, com a abertura das propostas, quatro dos seis consórcios inscritos foram inabilitados. Ficou de fora da disputa o consórcio Brasil 2014, composto por Sanerio, BA. Engenharia e Hexagonal. A parceria entre a Queiroz Galvão e a Carioca Christiani-Nielsen, no consórcio Novo Maracanã, também foi inabilitada, assim como, as empresas Construcap, Cetenco e Convap, além do grupo intitulado de Novo Maracanã, composto por Paulitec, Estacon, Recoma.
Na próxima sexta-feira, representantes das empresas vencedoras vão se encontrar com os secretários de Obras, Hudson Braga, de Turismo Esportes e Lazer, Márcia Lins, e da Casa Civil, Arthur Bastos, além do presidente da Empresa de Obras Públicas, Ícaro Moreno Junior. O objetivo é definir o plano de obras do Maracanã para adequação às exigência realizadas pela FIFA.
16 de abril 2020
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