Infraestrutura
Lance!net
27/10/2010 13h31 | Atualizada em 28/10/2010 12h28
Alguns estádios da Copa de 2014 enfrentam alguns problemas em sua primeira fase de obras. Nem todos começaram as obras, enquanto outros aguardam mais liberação de recursos e outros estão suspensos por suspeita de sobrepreço nos materiais de construção.
Confira a situação de cada estádio das 12 cidades-sede da Copa 2014. As informações foram tiradas do site Lance!Net.
SÃO PAULO
Estádio: A definir.
A Fifa, sob influência da CBF, vetou o Morumbi. Os governosestadual e municipal chegaram a anunciar a arena do Corinthians, aser construída em Itaquera, como o palco da abertura da Copa doMundo 2014. Contudo, o clu


Alguns estádios da Copa de 2014 enfrentam alguns problemas em sua primeira fase de obras. Nem todos começaram as obras, enquanto outros aguardam mais liberação de recursos e outros estão suspensos por suspeita de sobrepreço nos materiais de construção.
Confira a situação de cada estádio das 12 cidades-sede da Copa 2014. As informações foram tiradas do site Lance!Net.
SÃO PAULO
Estádio: A definir.
A Fifa, sob influência da CBF, vetou o Morumbi. Os governosestadual e municipal chegaram a anunciar a arena do Corinthians, aser construída em Itaquera, como o palco da abertura da Copa doMundo 2014. Contudo, o clube tem por ora um acordo de R$ 335milhões com a Odebrecht, para um estádio de apenas 48 mil lugares.A ampliação, para 65 mil lugares, depende de novo aporte financeiro.
RIO DE JANEIRO
Estádio: Maracanã.
O BNDES acabou de liberar R$ 400 milhões para a reconstrução departe do estádio, que custará ao final cerca de R$ 705 milhões. Ascadeiras do anel inferior foram retiradas, e começa agora a demoliçãodas arquibancadas inferiores. Além da correção das curvas devisibilidade, o principal estádio que passará de 83 mil para 76 millugares – todos cobertos e numerados.
BELO HORIZONTE
Estádio: Mineirão
Após passar por reforço estrutural no primeiro semestre, o estádio foifechado para obras. O gramado está sendo retirado para orebaixamento em 3,5 metros. O governo estadual fará o investimentode R$ 665 milhões no total, para remodelar o estádio, com apoio doBNDES. Sua capacidade será de 69 mil lugares, o que o habilita àbriga pelo jogo de abertura da Copa.
CURITIBA
Estádio: Arena da Baixada
Contou ontem com a aprovação da Lei de Potencial Construtiva naCâmara de Vereadores. Isso permitirá ao Atlético-PR receber R$ 90milhões para as obras, além das isenções fiscais dos materiais deconstrução. O investimento será de R$ 120 milhões no total. Aampliação das arquibancadas, para 41 mil lugares, deve começar noinício do ano que vem.
NATAL
Estádio: das Dunas
Um dos mais atrasados. Recebeu 19 propostas de construtoras, maso prazo vai até 4 de novembro, conforme edital de licitação. Ademolição do estádio Machadão e do ginásio Machadinho devecomeçar no início do ano que vem. A nova arena será viabilizada pormeio de uma parceria público-privada (PPP) e está orçada em R$400 milhões.
MANAUS
Estádio: Arena Amazônia
A Controladoria Geral da União (CGU) identificou sobrepreço emmateriais de construção e o empréstimo do BNDES está suspenso.As obras começaram em maio, com recursos do estado, e asarquibancadas do antigo Vivaldão já foram demolidas. A arenacustará cerca de R$ 498 milhões e terá capacidade para 47 milpessoas.
SALVADOR
Estádio: Fonte Nova
Em setembro foram liberados R$ 323 milhões pelo BNDES. Ademolição das arquibancadas já ocorreu. Agora se trabalha nasfundações. As construtoras OAS e Odebrecht terão à disposiçãocerca de R$ 650 milhões. O Estado se candidatou à abertura daCopa, apesar de o estádio estar sendo preparado para 50 mil lugares.
BRASÍLIA
Estádio: Mané Garricha
Vive situação crítica. O governo iniciou o processo de desmonte edemolição em maio, após o Tribunal de Contas distrital liberar oedital, mas este foi suspenso por suspeita de sobrepreço. O estádioconcorre à abertura da Copa e é o segundo mais caro: R$ 696milhões. O Ministério Público exige a redução da capacidade de 72mil para 30 mil pessoas.
CUIABÁ
Estádio: Verdão
Após o desmonte e demolição das arquibancadas, as obras seguempara a compactação do solo e afase de fundações. Custará R$ 342milhões aos cofres estaduais e será construído pelo consórcio SantaBárbara/Mendes Júnior. Deverá receber 42,5 mil pessoas, comarquibancadas modulares, que serão retiradas após a Copa-14.
FORTALEZA
Estádio: Castelão
Licitação suspensa atrasa as obras no estádio, que dá adeus à Copadas Conferedações. O BNDES liberou em setembro R$ 351,5 milhõespara a reforma do estádio, orçado em R$ 452,2 milhões. O contratotem o modelo de parceria público-privada. O consórcio deconstrutoras vencedor irá construir e operar o Castelão por oito anos.
RECIFE
Estádio: Arena Pernambuco
Mesmo com a liberação em julho da licença ambiental, as obras daArena Pernambuco não começaram. A concessionária Odebrecht/ISG/AEG finaliza uma pesquisa arqueológica no terreno, enquanto ogoverno tenta retirar os últimos posseiros da região. A construçãoestá orçada em R$ 532 milhões e arena terá 46 mil lugares. Partedos recursos será obtido via financiamento do BNDES.
PORTO ALEGRE
Estádio: Beira-Rio
Vive um impasse. A Fifa exige o rebaixamento do gramado, mas oInternacional considera o custo alto. A obra está orçada em R$ 130milhões, mas pode chegar com o novo pedido a R$ 270 milhões. Oclube será beneficiado com isenções nos materiais de construção einiciou as obras pela cobertura do estádio. A capacidade para a Copa-14 será de 60 mil lugares.
16 de abril 2020
16 de abril 2020
Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj. 701/703 Água Branca - CEP 05001-000 São Paulo/SP
Telefone (11) 3662-4159
© Sobratema. A reprodução do conteúdo total ou parcial é autorizada, desde que citada a fonte. Política de privacidade