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14 de outubro de 2010
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Transporte

Porto de Itaqui: R$ 1,6 bilhão para duplicação

 

O Porto de Itaqui, no Maranhão, assinou um convênio de investimentos no valor de US$ 8 milhões com a Agência Internacional Japonesa de Cooperação (JICA), um braço do Banco Japonês que investe em projetos de relevância mundial nos países em desenvolvimento, para o estudo de viabilidade técnica visando a expansão do Porto, que passará de 3 milhões m² para 6 milhões m².

De acordo com Angelo Baptista, presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), o projeto reafirmará a importância estratégica do Porto de Itaqui no cenário nacional. O aporte de grandes investimentos no Maranhão é o que justifica o projeto de expansão. O maior deles será a Refinaria Premium I da Petrobrás, a maior da América Latina. Pelo cronograma da empresa, as operações devem ser iniciadas no segundo semestre de 2013 com o investimento previsto de U$19,8 bilhões de dólares, o equivalente a 224% do PIB do Maranhão.

Além da Refinaria, outros projetos já estão a caminho do Maranhão, entre eles duas Termoeléticas – uma em São Luís e outra em Miranda, no interior do Estado. A maior delas, do grupo MPX, irá gerar energia por meio da queima de carvão mineral, que será descarregado no porto do Itaqui em navios de 80 mil t. No segmento de celulose será implantada uma fábrica do Grupo Suzano Papel e Celulose, que deve investir cerca de R$ 3 bilhões.

Os estudos técnicos e operacionais para a construção de novos berços de atracação já estão prontos. Os investimentos da JICA servirão para pôr em prática o projeto conceitual de criação de 18 novos berços de atracação. Apenas para a refinaria Premium I, serão necessários mais sete berços exclusivos para a movimentação de carga e descarga. Para o projeto da Siderúrgica serão mais quatro berços; e outros dois para o grupo Suzano de celulose.

Com a conclusão dos estudos de viabilidade econômica e do projeto de engenharia será dado início a captação de mais recursos para financiar as obras de ampliação. Estima-se um orçamento para o projeto de expansão de aproximadamente R$ 1,6 bilhão.

 


 

O Porto de Itaqui, no Maranhão, assinou um convênio de investimentos no valor de US$ 8 milhões com a Agência Internacional Japonesa de Cooperação (JICA), um braço do Banco Japonês que investe em projetos de relevância mundial nos países em desenvolvimento, para o estudo de viabilidade técnica visando a expansão do Porto, que passará de 3 milhões m² para 6 milhões m².

De acordo com Angelo Baptista, presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), o projeto reafirmará a importância estratégica do Porto de Itaqui no cenário nacional. O aporte de grandes investimentos no Maranhão é o que justifica o projeto de expansão. O maior deles será a Refinaria Premium I da Petrobrás, a maior da América Latina. Pelo cronograma da empresa, as operações devem ser iniciadas no segundo semestre de 2013 com o investimento previsto de U$19,8 bilhões de dólares, o equivalente a 224% do PIB do Maranhão.

Além da Refinaria, outros projetos já estão a caminho do Maranhão, entre eles duas Termoeléticas – uma em São Luís e outra em Miranda, no interior do Estado. A maior delas, do grupo MPX, irá gerar energia por meio da queima de carvão mineral, que será descarregado no porto do Itaqui em navios de 80 mil t. No segmento de celulose será implantada uma fábrica do Grupo Suzano Papel e Celulose, que deve investir cerca de R$ 3 bilhões.

Os estudos técnicos e operacionais para a construção de novos berços de atracação já estão prontos. Os investimentos da JICA servirão para pôr em prática o projeto conceitual de criação de 18 novos berços de atracação. Apenas para a refinaria Premium I, serão necessários mais sete berços exclusivos para a movimentação de carga e descarga. Para o projeto da Siderúrgica serão mais quatro berços; e outros dois para o grupo Suzano de celulose.

Com a conclusão dos estudos de viabilidade econômica e do projeto de engenharia será dado início a captação de mais recursos para financiar as obras de ampliação. Estima-se um orçamento para o projeto de expansão de aproximadamente R$ 1,6 bilhão.

 

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