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14 de outubro de 2010
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Transporte

Expresso Aeroporto só sai com PPP

A obra do Expresso Aeroporto, avaliada em R$ 2 bilhões, será implantada pela CPTM, em parceria com a iniciativa privada, como parte do pacote urbanístico previsto para a Copa de 2014. Fora do período dos jogos, o projeto visa atender o público de empresários e executivos que usam Cumbica como escala para negócios no Brasil e no exterior.

O concessionário privado que vencer a licitação deverá implantar toda a infraestrutura, adquirir os trens e desapropriar os imóveis privados. Em contrapartida, terá 32 anos para operar os serviços. O Expresso Aeroporto terá 28,3km de extensão e o percurso será entre a estação da Luz, no centro de São Paulo, e o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Com deslocamentos a uma velocidade média de 120 km/hora, deverá ser percorrido em 20 minutos. Hoje, este deslocamento demora cerca de 50 minutos de carro, sem trânsito. Cada trem será composto por locomotiva e quatro carros, com capacidade para transporte de 300 passageiros. A tarifa máxima aprovada é de R$ 35 e a demanda inicial está estimada em 20 mil usuários por dia.

Quem vencer a licitação terá, ainda, a obrigação de participar da construção de outra linha de trem paralela à do Expresso, a linha 13 - Jade, que sairá da Estação Brás seguindo até o Conjunto Habitacional Zezinho Magalhães (Cecap), em Guarulhos, para a operação de trens populares, com paradas tradicionais. O parceiro privado ficará responsável pela “obra bruta”. Já a implantação da superestrutura e os sistemas, bem como a operação desta linha, ficarão a cargo da CPTM.

No ano passado, a Secretaria de Transportes Metropolitanos teve de suspender a licitação do Expresso Aeroporto a um dia do prazo final para entrega de propostas, por falta de interessados no empreendimento. Na época, o setor privado contestou a rentabilidade do projeto, por suspeitar de que havia uma expectativa exagerada de fluxo de passageiros.

O projeto começou a ficar comprometido com os atrasos na construção do terceiro terminal do aeroporto, que contribuiria para o tráfego na linha. Por fim, sobrepôs-se às discussões sobre o trem-bala no governo federal - um potencial concorrente do expresso -, e o projeto foi para a gaveta.

A viabilidade do projeto depende, ainda, da construção de um novo terminal de embarque e desembarque no aeroporto de Guarulhos. A obra deveria ser contratada pelo governo federal.


A obra do Expresso Aeroporto, avaliada em R$ 2 bilhões, será implantada pela CPTM, em parceria com a iniciativa privada, como parte do pacote urbanístico previsto para a Copa de 2014. Fora do período dos jogos, o projeto visa atender o público de empresários e executivos que usam Cumbica como escala para negócios no Brasil e no exterior.

O concessionário privado que vencer a licitação deverá implantar toda a infraestrutura, adquirir os trens e desapropriar os imóveis privados. Em contrapartida, terá 32 anos para operar os serviços. O Expresso Aeroporto terá 28,3km de extensão e o percurso será entre a estação da Luz, no centro de São Paulo, e o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Com deslocamentos a uma velocidade média de 120 km/hora, deverá ser percorrido em 20 minutos. Hoje, este deslocamento demora cerca de 50 minutos de carro, sem trânsito. Cada trem será composto por locomotiva e quatro carros, com capacidade para transporte de 300 passageiros. A tarifa máxima aprovada é de R$ 35 e a demanda inicial está estimada em 20 mil usuários por dia.

Quem vencer a licitação terá, ainda, a obrigação de participar da construção de outra linha de trem paralela à do Expresso, a linha 13 - Jade, que sairá da Estação Brás seguindo até o Conjunto Habitacional Zezinho Magalhães (Cecap), em Guarulhos, para a operação de trens populares, com paradas tradicionais. O parceiro privado ficará responsável pela “obra bruta”. Já a implantação da superestrutura e os sistemas, bem como a operação desta linha, ficarão a cargo da CPTM.

No ano passado, a Secretaria de Transportes Metropolitanos teve de suspender a licitação do Expresso Aeroporto a um dia do prazo final para entrega de propostas, por falta de interessados no empreendimento. Na época, o setor privado contestou a rentabilidade do projeto, por suspeitar de que havia uma expectativa exagerada de fluxo de passageiros.

O projeto começou a ficar comprometido com os atrasos na construção do terceiro terminal do aeroporto, que contribuiria para o tráfego na linha. Por fim, sobrepôs-se às discussões sobre o trem-bala no governo federal - um potencial concorrente do expresso -, e o projeto foi para a gaveta.

A viabilidade do projeto depende, ainda, da construção de um novo terminal de embarque e desembarque no aeroporto de Guarulhos. A obra deveria ser contratada pelo governo federal.

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