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06 de março de 2012
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Especial Rio de Janeiro

PIB do Rio cresce mais que o do Brasil

Vários fatores estruturais, combinados, explicam o poder de atração de investimentos do Rio de Janeiro. O primeiro deles é a localização estratégica do estado, que o situa no centro do processo de desenvolvimento econômico brasileiro. A proximidade logística com os outros grandes estados do Sudeste brasileiros permite fácil acesso a quase dois terços do Produto Interno Bruto (PIB) do País. O PIB fluminense, equivalente ao do Chile, vem crescendo a taxas superiores as do Brasil, alcançando a participação de 11,5% do PIB nacional em 2006.

Esse PIB, combinado com uma grande população (16 milhões de habitantes) e uma taxa de desemprego de aproximadamente 5%, considerada muito baixa, criaram no estado um mercado consumidor invejável. O nível de escolaridade da mão de obra fluminense é o mais elevado entre todos os estados: 8,7% da população economicamente ativa, calculada em 7,6 milhões de pessoas, têm 15 anos ou mais de estudo.

As grandes reservas de recursos naturais constituem outro fator estrutural que coloca o estado em posição privilegiada. A produção de petróleo na região, por exemplo, possui dimensão nacional, correspondendo a 80% da produção de todo o País. E esse percentual tende a se ampliar ainda mais, com a exploração das reservas do pré-sal, das quais grande parte se localiza geograficamente defronte ao estado.

Outro fator, dessa vez conjuntural, mas que igualmente atrai os olhares de investidores do mundo todo é a escolha do Rio de Janeiro para sediar os maiores eventos desportivos do mundo: a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Isso sem falar em uma sequência de outros eventos setoriais já programados para ocorrer ao longo da década.

Para se tornar apto a receber o grande volume de pessoas atraídas por esses eventos, e fazer bonito diante dos olhares de milhões de observadores atentos, o Rio de Janeiro precisa receber um grande volume de obras de infraestrutura urbana, muitas das quais presentes entre as mais antigas demandas da sociedade, mas engavetadas há décadas. A execução e a operacionalização de projetos portuários, aeroportuários e metroferroviários também estão na mira de empresários de todo o mundo.

De acordo com a Firjan, o interesse de outros países é também percebido pelo expressivo aumento do número de missõ


Vários fatores estruturais, combinados, explicam o poder de atração de investimentos do Rio de Janeiro. O primeiro deles é a localização estratégica do estado, que o situa no centro do processo de desenvolvimento econômico brasileiro. A proximidade logística com os outros grandes estados do Sudeste brasileiros permite fácil acesso a quase dois terços do Produto Interno Bruto (PIB) do País. O PIB fluminense, equivalente ao do Chile, vem crescendo a taxas superiores as do Brasil, alcançando a participação de 11,5% do PIB nacional em 2006.

Esse PIB, combinado com uma grande população (16 milhões de habitantes) e uma taxa de desemprego de aproximadamente 5%, considerada muito baixa, criaram no estado um mercado consumidor invejável. O nível de escolaridade da mão de obra fluminense é o mais elevado entre todos os estados: 8,7% da população economicamente ativa, calculada em 7,6 milhões de pessoas, têm 15 anos ou mais de estudo.

As grandes reservas de recursos naturais constituem outro fator estrutural que coloca o estado em posição privilegiada. A produção de petróleo na região, por exemplo, possui dimensão nacional, correspondendo a 80% da produção de todo o País. E esse percentual tende a se ampliar ainda mais, com a exploração das reservas do pré-sal, das quais grande parte se localiza geograficamente defronte ao estado.

Outro fator, dessa vez conjuntural, mas que igualmente atrai os olhares de investidores do mundo todo é a escolha do Rio de Janeiro para sediar os maiores eventos desportivos do mundo: a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Isso sem falar em uma sequência de outros eventos setoriais já programados para ocorrer ao longo da década.

Para se tornar apto a receber o grande volume de pessoas atraídas por esses eventos, e fazer bonito diante dos olhares de milhões de observadores atentos, o Rio de Janeiro precisa receber um grande volume de obras de infraestrutura urbana, muitas das quais presentes entre as mais antigas demandas da sociedade, mas engavetadas há décadas. A execução e a operacionalização de projetos portuários, aeroportuários e metroferroviários também estão na mira de empresários de todo o mundo.

De acordo com a Firjan, o interesse de outros países é também percebido pelo expressivo aumento do número de missões empresariais que visitam o estado e de empresas internacionais que o escolhem para abrir suas representações no Brasil. Ou ainda pela presença constante na mídia internacional e expressivo crescimento do fluxo de turistas.

 

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