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06 de março de 2012
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Especial Rio de Janeiro

Construindo um novo Rio de Janeiro

Um dos pontos principais contidos no Plano Estratégico do Estado do Rio de Janeiro é o reforço do setor de Obras Públicas, com intervenções urbanísticas que proporcionam qualidade de vida e redução das desigualdades existentes, caminho para o desenvolvimento econômico acompanhado da paz social. Nesse contexto, comparando os cinco anos da atual administração, com os quatro anos da gestão passada, a Emop, como Órgão de Integração de Governo no Setor de Obras Públicas cresceu em mais de 10 vezes o total de recursos de obras licitadas. Foram R$ 673,8 milhões de 2007 a 2011, contra R$ 60,3 milhões de 2003 a 2006.

Para produzir os projetos, gerenciar e fiscalizar todas as obras, a empresa conta com diretorias especializadas em construção; grandes e pequenas reformas; manutenção de prédios públicos (especialmente escolas e hospitais); e planejamento e projetos. São muitas obras importantes planejadas e executadas segundo o perfil desejado por cada cliente (geralmente Secretarias de Estado). Fica difícil relacioná-las por ordem de grandeza, já que todas são obras públicas importantes.

Durante minha gestão, posso citar parte das obras concluídas ou em finalização, como: a restauração do Liceu Nilo Peçanha, em Niterói, tombado pelo Inepac; construção do H.E. Heloneida Studart (Hospital da Mulher), em São João de Meriti; reconstrução do Estádio de Remo da Lagoa; reforma da Casa França-Brasil; construção do Rio Farmes (central de distribuição de medicamentos); construção do Rio Imagem (Centro de Diagnóstico por Imagem,); construção do Centro Integrado de Comando e Controle (em andamento); construção da Cidade da Polícia (em andamento); Maternidade do Hospital Albert Schweitzer, em Realengo; obras de revitalização da Biblioteca Estadual de Niterói; modernização da Biblioteca Pública do Estado do Rio de Janeiro (em andamento); obras de reforma em cinco Criaads (Centros de Recursos Integrados de Atendimento ao Adolescente), do Degase.

E para o ano de 2012, são mais de 50 obras e projetos como, por exemplo, a construção do Hospital de Cardiologia de Queimados; reforma e ampliação do antigo prédio do Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia), no Centro, para abrigar o Hospital do Cérebro; construção de 50 clínicas da família; construção da Maternidade de São Gonçalo; construção do novo Hospital Rocha Faria; construção da nova sede do MIS (Museu da Imagem e do Som), em Copaca


Um dos pontos principais contidos no Plano Estratégico do Estado do Rio de Janeiro é o reforço do setor de Obras Públicas, com intervenções urbanísticas que proporcionam qualidade de vida e redução das desigualdades existentes, caminho para o desenvolvimento econômico acompanhado da paz social. Nesse contexto, comparando os cinco anos da atual administração, com os quatro anos da gestão passada, a Emop, como Órgão de Integração de Governo no Setor de Obras Públicas cresceu em mais de 10 vezes o total de recursos de obras licitadas. Foram R$ 673,8 milhões de 2007 a 2011, contra R$ 60,3 milhões de 2003 a 2006.

Para produzir os projetos, gerenciar e fiscalizar todas as obras, a empresa conta com diretorias especializadas em construção; grandes e pequenas reformas; manutenção de prédios públicos (especialmente escolas e hospitais); e planejamento e projetos. São muitas obras importantes planejadas e executadas segundo o perfil desejado por cada cliente (geralmente Secretarias de Estado). Fica difícil relacioná-las por ordem de grandeza, já que todas são obras públicas importantes.

Durante minha gestão, posso citar parte das obras concluídas ou em finalização, como: a restauração do Liceu Nilo Peçanha, em Niterói, tombado pelo Inepac; construção do H.E. Heloneida Studart (Hospital da Mulher), em São João de Meriti; reconstrução do Estádio de Remo da Lagoa; reforma da Casa França-Brasil; construção do Rio Farmes (central de distribuição de medicamentos); construção do Rio Imagem (Centro de Diagnóstico por Imagem,); construção do Centro Integrado de Comando e Controle (em andamento); construção da Cidade da Polícia (em andamento); Maternidade do Hospital Albert Schweitzer, em Realengo; obras de revitalização da Biblioteca Estadual de Niterói; modernização da Biblioteca Pública do Estado do Rio de Janeiro (em andamento); obras de reforma em cinco Criaads (Centros de Recursos Integrados de Atendimento ao Adolescente), do Degase.

E para o ano de 2012, são mais de 50 obras e projetos como, por exemplo, a construção do Hospital de Cardiologia de Queimados; reforma e ampliação do antigo prédio do Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia), no Centro, para abrigar o Hospital do Cérebro; construção de 50 clínicas da família; construção da Maternidade de São Gonçalo; construção do novo Hospital Rocha Faria; construção da nova sede do MIS (Museu da Imagem e do Som), em Copacabana; construção de quatro novas escolas moduladas (Queimados, Teresópolis, São Gonçalo e Belford Roxo, entre outras).

Mas, atualmente, as obras de maior repercussão devido à proximidade da Copa do Mundo e das Olimpíadas, são a reforma do Maracanã e as intervenções em áreas carentes, principalmente através do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento).

Maracanã

Palco da grande final da Copa do Mundo de 2014 e um dos principais cartões postais do Brasil, o Maracanã está passando por obras de reforma que vai dar mais conforto, segurança e visibilidade ao torcedor. Para contemplar as recomendações da Fifa, o governo do estado do Rio de Janeiro, elaborou um projeto de modernização do estádio, com alto nível de sofisticação de engenharia.

A reforma, orçada em R$ 859 milhões e desenvolvida pela Empresa de Obras Públicas do Estado (Emop), vinculada à Secretaria de Obras, vai permitir ao torcedor assistir aos jogos de posição privilegiada e, como nos estádios americanos e europeus, ficar mais perto do campo. De qualquer ponto do Maracanã será possível ter visão completa do campo.

Foi constatado, através de estudos técnicos, que a estrutura da antiga cobertura estava comprometida e apresentava riscos para os torcedores que se colocassem abaixo dela. Optamos então pela substituição da mesma por uma cobertura de membrana tensionada de fibra de vidro e teflon de alta tecnologia, com durabilidade de mais de 50 anos.

A setorização, que permite ao torcedor saber exatamente por onde deve chegar à área da arquibancada, faz com que seja mais rápido e cômodo entrar e sair do estádio. O padrão exigido pela Fifa é de 8 a 12 minutos para que todo o estádio seja evacuado. O projeto prevê que o estádio seja totalmente esvaziado em até oito minutos. Para atender a esse quesito, vão ser construídas quatro rampas de acesso ao longo do anel, além de resgatar a utilização das duas rampas monumentais. Também estão sendo instalados 16 elevadores e seis novas escadas rolantes, completando 12.

O novo Maracanã terá um só lance de arquibancadas, sendo as partes inferior e superior separadas por 110 camarotes. A distância entre as cadeiras passou de 48 centímetros para 50 centímetros. Os assentos passarão a ser retráteis, garantindo uma melhor mobilidade dos torcedores no acesso e saída das arquibancadas.

Com elevada taxa de ocupação, em média 100 eventos por ano, o Maracanã, além de abrigar os mais importantes campeonatos de futebol e outros eventos esportivos, também será palco de eventos culturais.

Outra prioridade no projeto executivo de reforma e modernização do Templo do Futebol é transformar o Estádio Jornalista Mário Filho em um patrimônio ambiental, com soluções para a economia de recursos naturais, como água e energia elétrica.

Para que o estádio receba a certificação ambiental, todas as melhorias são baseadas no sistema LEED (Leardership in Energy and Environmental Design), do Green Building Council Brasil, selo concedido a empreendimentos com alto desempenho ecológico. Além da eficiência energética e da economia de água, o projeto que tornará o Maracanã um estádio “verde” inclui a diminuição nas emissões de CO2, que causam o efeito estufa, melhoria nas condições do ambiente e otimização do uso de materiais de construção.

O estádio terá ainda um sistema de controle de imagem e de som capaz de passar informações a áreas específicas, da mesma forma que a central de monitoramento poderá acompanhar um torcedor desde a entrada na roleta eletrônica até chegar a sua cadeira, em qualquer parte do Maracanã. Serão 3.940 alto-falantes, 360 câmeras de segurança e 360 monitores de TV de 42 polegadas, entre outros equipamentos.

Outra área de grande importância é a que irá controlar todos os equipamentos mecânicos e elétricos, como iluminação, ventilação, sistemas de energia, incêndio e segurança predial. O controle será feito por meio de computadores e softwares especificamente criados para cada tipo de função. Tão logo for detectado algum problema em qualquer ponto do estádio, como focos de incêndio, enguiço de elevador ou queda de energia, técnicos e responsáveis pela manutenção serão acionados rapidamente.

O Maracanã está saindo de um paradigma histórico para outro, entrando no rol dos grandes e modernos estádios. É outro tipo de gestão, equiparada a das arenas mais modernas do mundo.

PAC

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tem contribuído decisivamente para a redução de desigualdades entre as populações carentes do Rio de Janeiro. Somente na área habitacional foram construídas mais de 2 mil moradias.

No Complexo do Alemão, foram investidos R$ 764 milhões em obras de acessibilidade, melhoria das condições de habitação, saúde, educação, esporte e lazer, cultura, trabalho e renda e assistência social.

Um dos destaques do PAC no Rio de Janeiro é o teleférico do Alemão, inaugurado em julho de 2011. São 152 gôndolas, com capacidade para dez passageiros cada uma. O trajeto de aproximadamente 3,4 km entre a estação de Bonsucesso (primeira parada) e a estação Palmeiras (última parada) é percorrido em cerca de 20 minutos. Antigamente, os moradores do Alemão levavam mais de uma hora para ir de um ponto ao outro.

No Complexo de Manguinhos, localizado na Zona Norte da cidade, o Estado investiu R$ 574 milhões em melhorias para a comunidade. Entre os projetos, está a elevação de dois quilômetros da linha férrea, entre os bairros de Bonsucesso e Benfica.

Em Manguinhos, já foram entregues à população: o Colégio Estadual Compositor Luiz Carlos da Vila, um centro cívico, um complexo esportivo, um parque aquático, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h, 1.048 unidades habitacionais, uma biblioteca-parque, um Centro de Geração de Renda, um centro de apoio jurídico, a Casa da Mulher e um centro de referência da juventude.

A Rocinha, uma das favelas mais conhecidas no Rio de Janeiro, recebeu investimentos de R$ 277.250.149,88 em obras, beneficiando cerca de 100 mil pessoas. A comunidade foi contemplada com um complexo esportivo, um Complexo de Atendimento à Saúde (CAS), que inclui uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) 24h, uma passarela projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer sobre a Autoestrada Lagoa-Barra, além de obras de urbanização, 144 unidades habitacionais, melhorias nas fachadas de 60 casas e o alargamento da Rua 4.

Além disso, foi lançado recentemente o edital de licitação para elaboração de projeto e orçamento, visando mais obras de melhorias habitacionais, construção de teleférico, planos inclinados e saneamento. Essas obras deverão gerar  novos investimentos de mais de R$ 700 milhões para a Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu.

Construir uma nova cidade, diminuindo as desigualdades sociais, é o grande desafio dos projetos urbanísticos e habitacionais que a Emop está desenvolvendo, por orientação do Governo do Estado. É necessário buscar soluções criativas e inovadoras que respeitem as características das comunidades do Rio de Janeiro, trazendo qualidade de vida para toda a população.

 

 

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