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10 de novembro de 2014
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Mobilidade Urbana

Linha 4 do Metrô do Rio segue em ritmo acelerado

Estação Jardim Oceânico, na Barra, está 100% escavada, sendo a terceira da linha que ligará a Barra da Tijuca a Ipanema a atingir esse status

Na futura Estação Jardim Oceânico da Linha 4 do Metrô (Barra da Tijuca – Ipanema), foram concluídas as obras de escavação no corpo da estação e já estão sendo construídas as plataformas de passageiros e salas técnicas, próximo ao “mergulho”, trecho inclinado que se ligará à ponte estaiada, por onde os trens vão chegar e deixar a estação. Das seis estações da Linha 4, esta é a terceira a finalizar este tipo de serviço: as estações São Conrado e Nossa Senhora da Paz também estão completamente escavadas.

Na Barra da Tijuca, ainda há atividades de armação e concretagem da laje de fundo e a construção do rabicho de 350 metros, o que vai permitir futura expansão da linha em direção ao Recreio.

Para construir a Estação Jardim Oceânico, às margens da Lagoa da Tijuca, foi necessário rebaixar o lençol freático, que fica a apenas dois metros de profundidade naquela região. Por isso, aproximadamente 400 bombas hidráulicas funcionam dia e noite, permitindo o trabalho no canteiro. Para garantir a impermeabilização da estação e dos acessos de passageiros, toda a estrutura de concreto foi revestida por uma manta especial, técnica moderna e segura que também foi usada nas fundações do Ground Zero, edifício construído no local do World Trade Center, em Nova York. Esse material é internacionalmente reconhecido pela sua durabilidade e resistência à umidade e aos altos níveis de salinidade. Depois que a obra terminar, os equipamentos serão desligados e o lençol freático subirá normalmente sem impactar a estação.

A partir do primeiro semestre de 2016, quando a linha entrar em operação, o tempo de viagem entre a Barra da Tijuca e Ipanema será de 13 minutos. Para Botafogo, o passageiro levará 23 minutos e, até o Centro serão 34 minutos. A viagem até a Estação Uruguai será de 50 minutos. Aqueles passageiros que vieram da Pavuna, no extremo da Zona Norte da cidade, para a Barra, vão levar 1h20, com transbordo na Estação General Osório, em Ipanema. Hoje, este trajeto com metrô e integração fica em 2h20.

A Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca—Ipanema) é uma obra do Governo do Estado do Rio de Janeiro e vai transportar, a partir de 2016, mais de 300 mil pessoas por dia e retirar das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. Com a nova linha, o passageiro poderá utilizar todo o sistema metroviário da cidade com uma única tarifa.

Serão seis e


Na futura Estação Jardim Oceânico da Linha 4 do Metrô (Barra da Tijuca – Ipanema), foram concluídas as obras de escavação no corpo da estação e já estão sendo construídas as plataformas de passageiros e salas técnicas, próximo ao “mergulho”, trecho inclinado que se ligará à ponte estaiada, por onde os trens vão chegar e deixar a estação. Das seis estações da Linha 4, esta é a terceira a finalizar este tipo de serviço: as estações São Conrado e Nossa Senhora da Paz também estão completamente escavadas.

Na Barra da Tijuca, ainda há atividades de armação e concretagem da laje de fundo e a construção do rabicho de 350 metros, o que vai permitir futura expansão da linha em direção ao Recreio.

Para construir a Estação Jardim Oceânico, às margens da Lagoa da Tijuca, foi necessário rebaixar o lençol freático, que fica a apenas dois metros de profundidade naquela região. Por isso, aproximadamente 400 bombas hidráulicas funcionam dia e noite, permitindo o trabalho no canteiro. Para garantir a impermeabilização da estação e dos acessos de passageiros, toda a estrutura de concreto foi revestida por uma manta especial, técnica moderna e segura que também foi usada nas fundações do Ground Zero, edifício construído no local do World Trade Center, em Nova York. Esse material é internacionalmente reconhecido pela sua durabilidade e resistência à umidade e aos altos níveis de salinidade. Depois que a obra terminar, os equipamentos serão desligados e o lençol freático subirá normalmente sem impactar a estação.

A partir do primeiro semestre de 2016, quando a linha entrar em operação, o tempo de viagem entre a Barra da Tijuca e Ipanema será de 13 minutos. Para Botafogo, o passageiro levará 23 minutos e, até o Centro serão 34 minutos. A viagem até a Estação Uruguai será de 50 minutos. Aqueles passageiros que vieram da Pavuna, no extremo da Zona Norte da cidade, para a Barra, vão levar 1h20, com transbordo na Estação General Osório, em Ipanema. Hoje, este trajeto com metrô e integração fica em 2h20.

A Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca—Ipanema) é uma obra do Governo do Estado do Rio de Janeiro e vai transportar, a partir de 2016, mais de 300 mil pessoas por dia e retirar das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. Com a nova linha, o passageiro poderá utilizar todo o sistema metroviário da cidade com uma única tarifa.

Serão seis estações (Jardim Oceânico, São Conrado, Gávea, Antero de Quental, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz) e aproximadamente 16 quilômetros de extensão.

Estações “verdes”

As estações da Linha 4 do metrô carioca terão iluminação natural num conceito arquitetônico que valoriza a claridade da cidade. Panos de vidro e claraboias tornam o ambiente mais agradável e harmônico. Na Estação Jardim Oceânico, na Barra, o Consórcio Construtor Rio Barra (CCRB) optou por um projeto ainda mais sustentável. A área externa estará integrada ao novo projeto de paisagismo da Avenida Armando Lombardi e, além das janelas de vidros laterais no alto do mezanino, com fendas que permitem a circulação de ar, um “telhado verde” vai cobrir a estação.

No canteiro central das pistas haverá um gramado florido, que cobrirá toda a extensão da Estação Jardim Oceânico com vegetação. No trecho elevado ficará o ecotelhado, que tem a vantagem de promover isolamento térmico no subsolo e garantir um diferencial estético e ambiental. Aberturas pequenas e médias neste gramado complementam o trabalho de paisagismo, servindo como pontos de captação de luz para o interior da estação.

A ideia foi do diretor de Engenharia da RioTrilhos, o arquiteto Heitor Lopes de Sousa Jr., que sugeriu aproveitar a área do canteiro central sem edificações e circulação de pedestres para construir uma espécie de onda que se eleva suavemente e retorna ao solo a partir da cobertura vegetal existente. Segundo ele, o projeto vai trazer bem estar aos passageiros e à população que passa no entorno, contribuindo ainda para a redução no consumo de energia na estação.

“A cobertura vegetal dos ecotelhados permite uma troca de calor e umidade bem mais amena que as coberturas convencionais. A sensação de confinamento natural de construções subterrâneas é bastante amenizada nesta estação. O teto elevado permite que a luz natural penetre no seu interior e estabeleça uma integração com o ambiente externo”, explica o arquiteto. “Cores, texturas e painéis artísticos complementam a experiência sensorial de conforto e bem estar sugeridas pela arquitetura”.

Nas laterais do teto verde, estão as fachadas envidraçadas que poderão ser vistas da movimentada Avenida Armando Lombardi, a 5,70 metros do nível da calçada. Quem passar pelo elevado do futuro mergulhão também conseguirá ver o ecotelhado da estação e os elementos projetados para complementação da captação de iluminação natural instalados no teto.

“A arquitetura consegue preservar características naturais e garante o bem estar do usuário, para que eles possam usufruir de um ambiente o mais saudável e agradável possível”, diz o diretor da RioTrilhos.

O arco do vão central terá 68 metros de comprimento e 10,7 metros de largura, o que corresponde à parte mais estreita do corpo da estação. Ele será feito de concreto, mas os pontos de luz cavados no gramado, fechados com vidro, também vão permitir a entrada de luz. Circundado por vidraças e aberturas laterais, que facilitam a circulação do vento, o arco estará a 12 metros de altura da área de circulação de passageiros.

Já na Estação São Conrado, no acesso de passageiros na Estrada da Gávea, em frente ao Supermercado Extra, e no acesso próximo à Rocinha vão ganhar claraboias de 16 metros de diâmetro sobre as áreas das bilheterias e catracas. Pelo teto envidraçado, a luz solar vai iluminar o espaço a 16 metros de altura e dar mais vida aos acessos à estação subterrânea.

 

 

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