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13 de março de 2013
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Especial Construção Imobiliária

Mais recursos para habitação

Em 2012, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) disponibilizou um total de R$ 56,6 bilhões para aplicação nos programas de habitação popular e para atendimento ao subsídio na compra da casa própria. O valor representou um acréscimo de R$ 5,8 bilhões, em relação ao valor disponibilizado no ano anterior. De acordo com o relatório de gestão e a prestação de contas do Fundo, analisados pela PriceWaterhouseCoopers e pela Caixa Econômica Federal, no exercício 2011 o FGTS investiu R$ 42 bilhões em habitação popular, R$ 4,8 bilhões em saneamento básico e outros R$ 4 bilhões em infraestrutura urbana.

Dos R$ 56,6 bilhões disponíveis em 2012, R$ 36,7 bilhões para habitação popular e R$ 6,4 bi para o subsídio da compra da casa própria para população de baixa renda. As outras linhas de financiamento, para saneamento e infraestrutura urbana, contaram com recursos da ordem de R$ 5 bilhões, cada uma.

Os números confirmam o papel do FGTS na redução do déficit habitacional e de moradia, especialmente para a população de baixa renda, com destaque para o Programa Minha Casa Minha Vida. A área de habitação popular recebeu 87% do recurso do Fundo, que permitiu beneficiar mais de 490 mil famílias e gerar ou manter cerca de 2 milhões de emprego. Para subsídio foram destinados, em 2011, R$ 5,4 bilhões. Na área de mobilidade urbana foram aplicados recursos no PAC 2 – Mobilidade Grandes Cidades em projetos destinados a Copa do Mundo FIFA .

Mais crédito para compra de imóveis

O crédito imobiliário atingiu, em 2012, novo recorde histórico, com o valor de R$ 82,8 bilhões, o que confirma seu peso crescente nas operações de crédito. E as expectativas são de crescimento no volume de recursos em 2013.  Para Octavio de Lazari Junior, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a expansão estimada para este ano, numa projeção conservadora, é de 15% em relação a 2012, de R$ 82,8 bilhões para R$ 95,2 bilhões.

De acordo com Lazari Junior, em 2012, o mercado imobiliário foi caracterizado pelo aumento das vendas ao mutuário final e pela diminuição dos lançamentos. “Com a diminuição dos lançamentos, entre 2011 e 2012 (de 1.600 para 1.086 empreendimentos), os estoques estão em queda, o que permite antecipar uma recuperação das ofertas, em 2013”.

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Em 2012, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) disponibilizou um total de R$ 56,6 bilhões para aplicação nos programas de habitação popular e para atendimento ao subsídio na compra da casa própria. O valor representou um acréscimo de R$ 5,8 bilhões, em relação ao valor disponibilizado no ano anterior. De acordo com o relatório de gestão e a prestação de contas do Fundo, analisados pela PriceWaterhouseCoopers e pela Caixa Econômica Federal, no exercício 2011 o FGTS investiu R$ 42 bilhões em habitação popular, R$ 4,8 bilhões em saneamento básico e outros R$ 4 bilhões em infraestrutura urbana.

Dos R$ 56,6 bilhões disponíveis em 2012, R$ 36,7 bilhões para habitação popular e R$ 6,4 bi para o subsídio da compra da casa própria para população de baixa renda. As outras linhas de financiamento, para saneamento e infraestrutura urbana, contaram com recursos da ordem de R$ 5 bilhões, cada uma.

Os números confirmam o papel do FGTS na redução do déficit habitacional e de moradia, especialmente para a população de baixa renda, com destaque para o Programa Minha Casa Minha Vida. A área de habitação popular recebeu 87% do recurso do Fundo, que permitiu beneficiar mais de 490 mil famílias e gerar ou manter cerca de 2 milhões de emprego. Para subsídio foram destinados, em 2011, R$ 5,4 bilhões. Na área de mobilidade urbana foram aplicados recursos no PAC 2 – Mobilidade Grandes Cidades em projetos destinados a Copa do Mundo FIFA .

Mais crédito para compra de imóveis

O crédito imobiliário atingiu, em 2012, novo recorde histórico, com o valor de R$ 82,8 bilhões, o que confirma seu peso crescente nas operações de crédito. E as expectativas são de crescimento no volume de recursos em 2013.  Para Octavio de Lazari Junior, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a expansão estimada para este ano, numa projeção conservadora, é de 15% em relação a 2012, de R$ 82,8 bilhões para R$ 95,2 bilhões.

De acordo com Lazari Junior, em 2012, o mercado imobiliário foi caracterizado pelo aumento das vendas ao mutuário final e pela diminuição dos lançamentos. “Com a diminuição dos lançamentos, entre 2011 e 2012 (de 1.600 para 1.086 empreendimentos), os estoques estão em queda, o que permite antecipar uma recuperação das ofertas, em 2013”.

Ele acredita que a estabilização do mercado imobiliário é ajudada pela diminuição do ritmo de reajustes dos preços dos imóveis, do máximo anual de 29%, em São Paulo, em 2011, para cerca de 15%, em fins de 2012, segundo o índice Fipe-Zap. Nos últimos quatro anos, dobrou a participação do crédito imobiliário nas carteiras de pessoas físicas das instituições, atingindo 24,8%, em outubro de 2012; números informados pelo Banco Central dão conta de que o crédito imobiliário voltará a ser a maior carteira de pessoa física, no primeiro semestre de 2013.

Setor forte na geração de empregos

O estado do Rio de Janeiro foi o campeão brasileiro na geração de empregos na área da Construção Civil em 2012. O saldo entre contratações e demissões foi de 32.956, contra 24.417 em São Paulo, o segundo colocado. Os números foram divulgados pelo Sinduscon-Rio (Sindicato da Indústria da Construção Civil), baseados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego.

No total acumulado dos 12 meses, a capital fluminense contabilizou 18.156 novos postos de trabalho, acima dos 14.915 registrados em 2011. O resultado foi positivo em toda a Região Metropolitana, em cidades como Duque de Caxias, Niterói e São Gonçalo, nas quais o ano de 2012 fechou com a geração de 30.819 empregos, resultado superior ao de 2011, com 23.151.

Na capital, obras realizadas por órgãos do estado, como a do Maracanã, da Cidade da Polícia, na Zona Norte, e do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Praça XI, ajudam a aquecer o setor.

Cerca de 5,5 mil pessoas trabalham na modernização do estádio. A Cidade da Polícia conta com aproximadamente 180 trabalhadores e o CICC, 200. A Linha 4 do Metrô também inclui a lista de geradores de emprego com 3.500 operários, distribuídos nos trechos da Zona Sul e da Zona Oeste.