Sustentabilidade
EFE
28/06/2010 12h35 | Atualizada em 28/06/2010 16h03
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) diminuiu hoje a importância do vazamento de combustível da companhia petrolífera British Petroleum (BP) no Golfo do México e pediu prudência até a conclusão do estudo.
"Não viemos aqui para condenar a BP pelo incidente", afirmou em Bruxelas o secretário-geral da Opep, Abdalla Salem El-Badri, ao término de seu encontro anual com a União Europeia.
"Não posso admitir que a BP nos tenha dado má reputação", acrescentou Badri, quem afirmou que é necessário esperar pela conclusão das investigações para determinar se o vazamento foi um erro humano ou uma falha no desenho da plataforma ou por o
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A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) diminuiu hoje a importância do vazamento de combustível da companhia petrolífera British Petroleum (BP) no Golfo do México e pediu prudência até a conclusão do estudo.
"Não viemos aqui para condenar a BP pelo incidente", afirmou em Bruxelas o secretário-geral da Opep, Abdalla Salem El-Badri, ao término de seu encontro anual com a União Europeia.
"Não posso admitir que a BP nos tenha dado má reputação", acrescentou Badri, quem afirmou que é necessário esperar pela conclusão das investigações para determinar se o vazamento foi um erro humano ou uma falha no desenho da plataforma ou por outro motivo.
Mais taxativo se mostrou o comissário deEnergia europeu, o alemão Günther Oettinger, quem assegurou que tomarão "todas as medidas necessárias para melhorar a segurança" e encorajou o início das tecnologias mais avançadas e o reforço da cooperação entre todos os atores envolvidos.
"Nossos cidadãos não devem temer a produção de petróleo em plataformas marítimas", assinalou Oettinger e anunciou que se reunirá em duas semanas com as petrolíferas do Mar do Norte para obter mais respostas sobre como evitar que se produza na Europa um desastre como o do Golfo do México.
A UE e a Opep dedicaram parte de sua reunião anual a analisar os avanços conquistados no diálogo bilateral que mantêm desde 2004 para impulsionar as relações entre produtores e consumidores no contexto atual de crise econômica.
A União compra 37% do petróleo que consome à Opep e se diz consciente de que os combustíveis fósseis seguirão cobrindo a maior parte das necessidades energéticas mundiais.
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