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Construção emprega mais 18,1 mil novos trabalhadores em maio

SindusCon-SP espera carga neutra na reforma tributária, para a construção seguir como empregadora massiva de mão de obra

Assessoria de Imprensa

28/06/2024 09h34 | Atualizada em 03/07/2024 13h23


A indústria da construção abriu 18.149 empregos em maio, um crescimento de 0,63% em relação ao número de empregados no setor em abril. No acumulado do ano, o setor gerou 159.203 novos empregos (+5,79%); no acumulado de 12 meses até maio, 167.560 (+6,55%).

Já o saldo entre admissões e demissões em todos os setores da atividade econômica no país resultou na abertura de 131.811 empregos em maio. Deste total, 13,7% corresponderam aos da indústria da construção. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram divulgados em 27 de junho pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP, comenta que “o ritmo de geração de novos empregos na construção desacelerou no mês, a exemplo do que ocorreu em outros setores da economia. Ainda assim, nos primeiro cinco meses do ano o setor criou 159 mil postos de trabalho com carteira assinada, reforçando sua importância como geradora de emprego e renda.”

“Nesse contexto, será muito relevante que a regulamentação da reforma tributária mantenha ne

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A indústria da construção abriu 18.149 empregos em maio, um crescimento de 0,63% em relação ao número de empregados no setor em abril. No acumulado do ano, o setor gerou 159.203 novos empregos (+5,79%); no acumulado de 12 meses até maio, 167.560 (+6,55%).

Já o saldo entre admissões e demissões em todos os setores da atividade econômica no país resultou na abertura de 131.811 empregos em maio. Deste total, 13,7% corresponderam aos da indústria da construção. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram divulgados em 27 de junho pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP, comenta que “o ritmo de geração de novos empregos na construção desacelerou no mês, a exemplo do que ocorreu em outros setores da economia. Ainda assim, nos primeiro cinco meses do ano o setor criou 159 mil postos de trabalho com carteira assinada, reforçando sua importância como geradora de emprego e renda.”

“Nesse contexto, será muito relevante que a regulamentação da reforma tributária mantenha neutra a carga tributária da construção, para que futuramente o setor siga atendendo satisfatoriamente a demanda e cumpra seu papel como empregadora massiva de mão de obra, no desenvolvimento econômico e social do país”, afirma.

A construção foi o terceiro setor que mais abriu empregos em maio, atrás de serviços (69.319) e da agropecuária (19.836) e na frente da indústria (18.145) e do comércio (6.375).

Nas atividades imobiliárias do setor de serviços (incorporação imobiliária), foram abertos 125 novos empregos em maio – variação de 0,06% em relação ao número de novos postos de trabalho com carteira assinada em abril. No acumulado do ano, foram gerados 3.565 (+1,84%), e no acumulado de 12 meses, 5.559 (+2,90%).

Ao final de maio, a construção empregava 2.907.272 trabalhadores com carteira assinada no país, de acordo com o Novo Caged.

Estados – Dos empregos gerados pela construção em maio, 2.677 situaram-se no Estado de São Paulo.
Além de São Paulo, os Estados em que o setor mais abriu empregos no mês foram: Minas Gerais (2.810), Paraná (2.158), Mato Grosso (2.092), Pará (1.917), Rio de Janeiro (1.314) e Maranhão (1.200). Alagoas, Espírito Santo, Roraima, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Rio Grande do Sul fecharam postos de trabalho (-1.530, neste último).

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