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07 de março de 2012
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Métrica Industrial

Impermeabilização em construção imobiliária

O uso de impermeabilizantes na construção imobiliária é um consenso, segundo o levantamento do Métrica Industrial com dez construtoras brasileiras. O grupo foi escolhido por fazer parte do ranking das maiores empresas do setor, indicando um aumento do uso desses produtos. Essa é a avaliação de 50% dos entrevistados. O incremento, no entanto, está mais ligado ao aquecimento do setor do que exatamente à uma maior utilização de impermeabilizantes.

Aumento do uso

Na minha opinião, o uso aumentou proporcionalmente ao aumento das áreas construídas, mas não aumentou o de áreas impermeabilizadas dentro de uma mesma edificação;

O aumento se relaciona diretamente com o aumento na quantidade de novas obras;

Aumentou em função do aumento de obras. Para se ter uma ideia, no final de 2010 a companhia tinha 77 canteiros. Em 2011, o número passou para 95 canteiros;

Devido ao aquecimento do mercado e maior cuidado das empresas na qualidade do produto fina;

O grande volume de obras ocasiona um maior consumo dos materiais (...) “Outro ponto é que, além do mercado, os consumidores também evoluíram no que diz respeito ao conhecimento dos produtos que desejam comprar, comparando preços, projetos, diferenciais e volume de problemas ocasionados pela falha nos processos construtivos;

O critério de impermeabilização não se modificou nos últimos três anos. O uso deve ter aumentado em função do aumento do volume que ocorreu na construção.

Consumo estabilizado

Proporcionalmente à produção, acho que se manteve estável, pois há um bom tempo as construtoras já os aplicam com regularidade;

Acredito que se manteve constante.

Redução de uso

Não aumentou. Já há bastante tempo os impermeabilizantes têm sido usados em larga escala nas construtoras;

Não, temos observado a redução do uso,(em função de métodos construtivos diferenciados). De acordo com os pesquisados, os produtos mais comuns em termos de impermeabiliação são as mantas asfálticas e as argamassas poliméricas. Os dois tiveram o maior número de citações entre os especialistas ouvidos. Os outros três produtos mais destacados foram as emulsões asfálticas, seguidas das resinas acrílicas e dos cimentos cristalizantes. Quando detalham o uso de produtos, fica claro que as mantas asfálticas prevalecem, conforme o depoimento


O uso de impermeabilizantes na construção imobiliária é um consenso, segundo o levantamento do Métrica Industrial com dez construtoras brasileiras. O grupo foi escolhido por fazer parte do ranking das maiores empresas do setor, indicando um aumento do uso desses produtos. Essa é a avaliação de 50% dos entrevistados. O incremento, no entanto, está mais ligado ao aquecimento do setor do que exatamente à uma maior utilização de impermeabilizantes.

Aumento do uso

Na minha opinião, o uso aumentou proporcionalmente ao aumento das áreas construídas, mas não aumentou o de áreas impermeabilizadas dentro de uma mesma edificação;

O aumento se relaciona diretamente com o aumento na quantidade de novas obras;

Aumentou em função do aumento de obras. Para se ter uma ideia, no final de 2010 a companhia tinha 77 canteiros. Em 2011, o número passou para 95 canteiros;

Devido ao aquecimento do mercado e maior cuidado das empresas na qualidade do produto fina;

O grande volume de obras ocasiona um maior consumo dos materiais (...) “Outro ponto é que, além do mercado, os consumidores também evoluíram no que diz respeito ao conhecimento dos produtos que desejam comprar, comparando preços, projetos, diferenciais e volume de problemas ocasionados pela falha nos processos construtivos;

O critério de impermeabilização não se modificou nos últimos três anos. O uso deve ter aumentado em função do aumento do volume que ocorreu na construção.

Consumo estabilizado

Proporcionalmente à produção, acho que se manteve estável, pois há um bom tempo as construtoras já os aplicam com regularidade;

Acredito que se manteve constante.

Redução de uso

Não aumentou. Já há bastante tempo os impermeabilizantes têm sido usados em larga escala nas construtoras;

Não, temos observado a redução do uso,(em função de métodos construtivos diferenciados). De acordo com os pesquisados, os produtos mais comuns em termos de impermeabiliação são as mantas asfálticas e as argamassas poliméricas. Os dois tiveram o maior número de citações entre os especialistas ouvidos. Os outros três produtos mais destacados foram as emulsões asfálticas, seguidas das resinas acrílicas e dos cimentos cristalizantes. Quando detalham o uso de produtos, fica claro que as mantas asfálticas prevalecem, conforme o depoimento dos especialistas.

O porquê do uso da manta asfáltica

Devido à sua confiabilidade;

Porque é indicada para grandes áreas e vão externos, pois resistem às microdeformações da estrutura;

São geralmente aplicadas em áreas externas pela segurança e qualidade;

As de 4 mm para áreas externas;

Na maior parte das vezes,  são usadas, nas áreas como subsolo, térreos e áreas comuns;

Em nosso caso, em função das áreas descobertas, é manta de 4mm;

Manta + asfalto oxidado para impermeabilização de lajes em áreas de lazer, piscinas e áreas descobertas;

Para pátios externos, coberturas e piscinas.

Argamassas poliméricas

São muito utilizadas em ambientes internos pela sua facilidade e agilidade na aplicação;

São as mais comuns, de fácil aplicação e dentro de um custo razoável;

Empregadas, em geral, nos pavimentos torres;

Materiais poliméricos para banheiros e sacadas.

Para os especialistas, a construção civil brasileira na área de construção imobiliária usa pouco ou minimamente possível esse tipo de material. Apenas um entrevistado fala em aumento do uso de impermeabilizante. As razões de escolha dos materiais mostra que alguns conceitos prevalecem: o primeiro é o uso mínimo ou de acordo com a norma, principalmente para atender a exigência de garantia de cinco anos da construção. Um segundo grupo de entrevistados avalia que o uso dos impermeabilizantes acontece na medida certa ou adequada. Há ainda quem defenda que o uso diminuiu. Mas há uma explicação, segundo o entrevistado.

“O que observamos é que a utilização de impermeabilizantes tem diminuído, principalmente em obras residenciais. Isso porque a construção civil tem buscado alternativas para reduzir áreas com muita incidência de água, como por exemplo, o uso de jardineiras secas”, diz ele. Outro ponto importante, de acordo com o engenheiro entrevistado são as recomendações para evitar vazamentos durante a limpeza dos revestimentos. O que inclui sugestões para a utilização da quantidade correta de água na lavagem dos pisos da cozinha. “Por fim, o aumento da adesão a práticas ecologicamente corretas, como a redução do desperdício de água, também está entre as razões para a diminuição do uso de impermeabilizantes”.

Para a totalidade dos entrevistados, a execução dos serviços de impermeabilização fica a cargo de empresas terceirizadas e especializadas. Apenas uma das construtoras ouvidas afirma adotar mão de obra própria e treinada para parte do processo, mais especificamente a impermeabilização de banheiros e sacadas, usando produtos poliméricos (argamassa ou membrana). No caso de pátios externos, coberturas e piscinas, onde o produto adotado é a manta asfáltica, prevalece a contratação de especialistas.

 

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