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16 de novembro de 2010
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Gestão Privada

EcoRodovias

José Carlos Cassaniga, diretor de Engenharia do grupo EcoRodovias, faz uma análise do panorama operacional do grupo para os próximos anos

Com uma das operações mais consolidadas desde que se iniciaram as concessões rodoviárias, qual a perspectiva futura para o grupo em vista de fatores como o crescimento do movimento dos corredores de exportação?

José Carlos Cassaniga: A estratégia do Grupo EcoRodovias em desenvolver concessões rodoviárias e negócios de logística nos principais corredores de importação e exportação brasileiros se mostrou uma estratégia vencedora e ainda com alto potencial de crescimento para os próximos anos devido aos grandes eventos que se darão no País, além do Pré-Sal, do crescimento de poder aquisitivo da população brasileira e dos gargalos logísticos no portos.

Qual é o volume de tráfego atual do grupo e quais são as operações de maior movimento?

José Carlos Cassaniga: Hoje, pelas cinco concessões rodoviárias do Grupo, passam cerca de 90 milhões de veículos (pagantes), sendo o principal destaque para a Ecovias dos Imigrantes, que liga São Paulo ao Porto de Santos, e para a Ecopistas (Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto), que liga São Paulo ao Vale do Paraíba.

É possível traçar uma linha de crescimento desse tráfego nos últimos cinco anos?

José Carlos Cassaniga: Tendo em vista a localização estratégica dos ativos, o crescimento de tráfego dos últimos anos tem apresentado taxas superiores ao PIB brasileiro. O principal desafio é manter as rodovias em níveis de operação e segurança que atendam os usuários das rodovias

E em termos de obras e manutenção, quais são as demandas futuras previstas?

José Carlos Cassaniga: A maioria das rodovias já efetuou seus principais investimentos, como a 2ª pista da Imigrantes, no caso da Ecovias. Para os próximos anos, os destaques serão obras na Ecopistas, como o prolongamento da rodovia até Taubaté. O desenvolvimento de pátios logísticos é sinérgico à operação de rodovias. Novos pátios serão desenvolvidos ao surgirem demandas e oportunidades.

Poderia elencar as principais obras/projetos ou melhorias em cada uma das concessões para o próximo período?

José Carlos Cassaniga: As principais obras ou melhorias previstas para o futuro imediato são:

Ecovi


José Carlos Cassaniga, diretor de Engenharia do grupo EcoRodovias, faz uma análise do panorama operacional do grupo para os próximos anos

Com uma das operações mais consolidadas desde que se iniciaram as concessões rodoviárias, qual a perspectiva futura para o grupo em vista de fatores como o crescimento do movimento dos corredores de exportação?

José Carlos Cassaniga: A estratégia do Grupo EcoRodovias em desenvolver concessões rodoviárias e negócios de logística nos principais corredores de importação e exportação brasileiros se mostrou uma estratégia vencedora e ainda com alto potencial de crescimento para os próximos anos devido aos grandes eventos que se darão no País, além do Pré-Sal, do crescimento de poder aquisitivo da população brasileira e dos gargalos logísticos no portos.

Qual é o volume de tráfego atual do grupo e quais são as operações de maior movimento?

José Carlos Cassaniga: Hoje, pelas cinco concessões rodoviárias do Grupo, passam cerca de 90 milhões de veículos (pagantes), sendo o principal destaque para a Ecovias dos Imigrantes, que liga São Paulo ao Porto de Santos, e para a Ecopistas (Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto), que liga São Paulo ao Vale do Paraíba.

É possível traçar uma linha de crescimento desse tráfego nos últimos cinco anos?

José Carlos Cassaniga: Tendo em vista a localização estratégica dos ativos, o crescimento de tráfego dos últimos anos tem apresentado taxas superiores ao PIB brasileiro. O principal desafio é manter as rodovias em níveis de operação e segurança que atendam os usuários das rodovias

E em termos de obras e manutenção, quais são as demandas futuras previstas?

José Carlos Cassaniga: A maioria das rodovias já efetuou seus principais investimentos, como a 2ª pista da Imigrantes, no caso da Ecovias. Para os próximos anos, os destaques serão obras na Ecopistas, como o prolongamento da rodovia até Taubaté. O desenvolvimento de pátios logísticos é sinérgico à operação de rodovias. Novos pátios serão desenvolvidos ao surgirem demandas e oportunidades.

Poderia elencar as principais obras/projetos ou melhorias em cada uma das concessões para o próximo período?

José Carlos Cassaniga: As principais obras ou melhorias previstas para o futuro imediato são:

Ecovias – SP – Remodelação do trevo de Vila Áurea, próximo à chegada ao Guarujá. Estão em estudo com o Poder Concedente remodelações e complementos importantes para a capacidade de tráfego dos trechos baixada das rodovias Anchieta, Cônego Domênico Rangoni e Padre Manuel da Nóbrega;

Ecopistas – SP – Marginais da Ayrton Senna, Remodelação do Trevo dos Pimentas na Ayrton Senna e Prolongamento da Carvalho Pinto até Taubaté, além de manutenção periódica dos pavimentos;

Ecovia – PR – Manutenção Periódica dos Pavimentos;

Ecocataratas – PR – Está em estudo com o Poder Concedente a duplicação da BR-277 – entre Medianeira e Cascavel;

Ecosul – RS – Manutenção periódica dos pavimentos, segurança e sinalização.

Qual o cenário futuro do setor, na perspectiva da Ecorodovias?

José Carlos Cassaniga: A EcoRodovias vê várias oportunidades de crescimento nos setores de logística integrada, onde pretende desenvolver projetos e negócios levando sempre em consideração o crescimento sustentável e a geração de valor ao acionista.

Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj. 701/703 Água Branca - CEP 05001-000 São Paulo/SP

Telefone (11) 3662-4159

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