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Valor Online
07/12/2011 15h19
A Vale informou em nota divulgada há pouco que deixou de embarcar 750 mil toneladas de minério de ferro durante o período em que o Píer I ficou inoperante por conta de um problema com o navio coreano Vale Beijing.
O navio, com capacidade para transportar 400 mil toneladas da commodity, que estava embarcando minério da Vale para o porto de Rotterdã, ficou parado desde sábado no Píer I do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira com ameaça de afundar devido a uma ruptura no casco.
As operações de embarque de minério de ferro no Píer I serão normalizadas com a próxima atracação de navio prevista para esta tarde. Marcelo Aguiar, analista de mineração do banco americano Goldman Sachs, disser ser pouco relevante o volume de minéri
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A Vale informou em nota divulgada há pouco que deixou de embarcar 750 mil toneladas de minério de ferro durante o período em que o Píer I ficou inoperante por conta de um problema com o navio coreano Vale Beijing.
O navio, com capacidade para transportar 400 mil toneladas da commodity, que estava embarcando minério da Vale para o porto de Rotterdã, ficou parado desde sábado no Píer I do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira com ameaça de afundar devido a uma ruptura no casco.
As operações de embarque de minério de ferro no Píer I serão normalizadas com a próxima atracação de navio prevista para esta tarde. Marcelo Aguiar, analista de mineração do banco americano Goldman Sachs, disser ser pouco relevante o volume de minério que a Vale deixou de embarcar de sábado até hoje.
A seu ver, "o relevante era a liberação o quanto antes do Píer I e evitar uma catástrofe, que seria o vazamento de minério de ferro ao mar". Isto, na avaliação de Aguiar, prejudicaria o embarque do minério nos outros três píeres da Vale no terminal de Ponta da Madeira e traria perdas significativas para a Vale.
O comunicado da mineradora confirma ainda informações já transmitidas pelo Valor de que o navio de propriedade da empresa coreana STX Pan Ocean e por ela operado já foi retirado do Píer I, tendo sido rebocado para uma área de fundeio, definida pela Marinha brasileira e outras autoridades competentes.
Na área de fundeio, segundo a nota da Vale, a STX Pan Ocean poderá continuar, com segurança, os trabalhos de análise dos danos e reparos da embarcação que construiu e projetou. A Vale continuará acompanhando as ações que serão adotadas pela empresa.
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