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TN Petróleo
14/07/2010 14h15 | Atualizada em 14/07/2010 17h16
Produtora de laminados de aço, a Tuzzi comemora a alta na demanda do produto no mercado brasileiro e a recuperação do segmento, especialmente no período de janeiro a junho deste ano. Com um incremento de 147% na produção, embora 2009 não seja um ano para comparativos por consequência da crise global, o número reflete bem a recuperação da Tuzziem um mercado altamente afetado pela desaceleração da economia.
“Recuperamos integralmente o que foi perdido e estamos em igualdade se compararmos nossos números com a produção de 2008, um ano de bastante crescimento”, pontuou Alexandre Tuzzi, diretor industrial da empresa paulista que já prevê investimentos na capacidade produtiva até o final de 2010.
Com maior demanda em aço no se
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Produtora de laminados de aço, a Tuzzi comemora a alta na demanda do produto no mercado brasileiro e a recuperação do segmento, especialmente no período de janeiro a junho deste ano. Com um incremento de 147% na produção, embora 2009 não seja um ano para comparativos por consequência da crise global, o número reflete bem a recuperação da Tuzziem um mercado altamente afetado pela desaceleração da economia.
“Recuperamos integralmente o que foi perdido e estamos em igualdade se compararmos nossos números com a produção de 2008, um ano de bastante crescimento”, pontuou Alexandre Tuzzi, diretor industrial da empresa paulista que já prevê investimentos na capacidade produtiva até o final de 2010.
Com maior demanda em aço no setor automobilístico, o segmento representa hoje cerca de 40% da produção da Unidade de Laminados da Tuzzi. Os 60% restantes são pulverizados em distribuição, revenda, setor elétrico, agrícola, máquinas e outros.
Ainda com atuação discreta no segmento, construção civil é considerado hoje pela Tuzzi um dos mais promissores setores no país. “Isso se deve aos incentivos governamentais, sobretudo, com programas como o Minha Casa Minha Vida, o PAC, além das obras previstas para 2014 e 2016”, comentou.
Para a companhia, a alta do aço sentida neste ano, de maneira especial, nos meses de maio e junho, é reflexo de uma especulação no aumento do preço da matéria-prima. “As empresas recompuseram seus estoques por recearem um aumento no preço do aço. Acreditamos que, de julho em diante, os números devam reduzir um pouco, mas continuarão estáveis até o final de 2010”, disse o diretor, se referindo aos segmentos de maior atuação da Tuzzi.
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