Mercado
Valor
07/11/2011 12h07
A Petrobras deve decidir nos próximos dois anos se venderá sua refinaria japonesa, a Nansei Sekiyu, como parte da estratégia de se desfazer de ativos não considerados essenciais para levantar recursos para financiar a exploração de petróleo em águas profundas no Brasil.
A refinaria, localizada na ilha de Okinawa, poderá ser vendida na totalidade caso apareça um comprador interessado, disse o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, que está na capital japonesa, segundo agências internacionais. Nesse sentido, o negócio poderá envolver os ativos controlados pela Nansei Sekiyu KK.
A refinaria japonesa opera há alguns anos abaixo de sua capacidade instalada, de 100 mil barris por dia.
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A Petrobras deve decidir nos próximos dois anos se venderá sua refinaria japonesa, a Nansei Sekiyu, como parte da estratégia de se desfazer de ativos não considerados essenciais para levantar recursos para financiar a exploração de petróleo em águas profundas no Brasil.
A refinaria, localizada na ilha de Okinawa, poderá ser vendida na totalidade caso apareça um comprador interessado, disse o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, que está na capital japonesa, segundo agências internacionais. Nesse sentido, o negócio poderá envolver os ativos controlados pela Nansei Sekiyu KK.
A refinaria japonesa opera há alguns anos abaixo de sua capacidade instalada, de 100 mil barris por dia.
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