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O avanço dos brasileiros na Argentina

Valor

31/01/2011 11h00


Além de gigantes industriais e de agronegócios, como Petrobras, Camargo Corrêa, Gerdau e JBS, a chegada de empresas intermediárias fez crescer fortemente a presença brasileira na Argentina. Desde 2002, auge da crise econômica argentina, o número de companhias verde-amarelas no país vizinho subiu de 60 para 250.

O movimento ganhou fôlego a partir da segunda metade de 2009, com empresas como a fabricante de baterias para automóveis Moura, o laboratório Eurofarma e a Positivo Informática. Pela primeira vez, em 2010, o Brasil liderou o ranking de investimentos na Argentina, com US$ 5,3 bilhões. Hoje, em sua primeira viagem internacional no cargo, a presidente Dilma Rousseff encontrará sua colega Cristina Kirchner, em Buenos Aires.

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Além de gigantes industriais e de agronegócios, como Petrobras, Camargo Corrêa, Gerdau e JBS, a chegada de empresas intermediárias fez crescer fortemente a presença brasileira na Argentina. Desde 2002, auge da crise econômica argentina, o número de companhias verde-amarelas no país vizinho subiu de 60 para 250.

O movimento ganhou fôlego a partir da segunda metade de 2009, com empresas como a fabricante de baterias para automóveis Moura, o laboratório Eurofarma e a Positivo Informática. Pela primeira vez, em 2010, o Brasil liderou o ranking de investimentos na Argentina, com US$ 5,3 bilhões. Hoje, em sua primeira viagem internacional no cargo, a presidente Dilma Rousseff encontrará sua colega Cristina Kirchner, em Buenos Aires.

A visita reunirá pela primeira vez as duas únicas mulheres que ocupam atualmente a presidência de países da América do Sul. O primeiro compromisso de Dilma na Argentina será uma reunião privada com Cristina Kirchner.

Oito ministros acompanham Dilma. Haverá ainda a assinatura de acordos, a declaração à imprensa e por volta das 16h30, Dilma embarca de volta para o Brasil.

Na agenda estão temas como o incremento da parceria entre o Brasil e a Argentina na área de energia nuclear e uma parceria para a construção de casas populares baseada na experiência do programa Minha Casa, Minha Vida.

Deve ser discutida também a construção do complexo hidrelétrico de Garabi – entre a Província de Corrientes, na Argentina, e o estado do Rio Grande do Sul - e a construção da ponte entre Santa Catarina e a Argentina.

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