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Mercado imobiliário projeta crescimento em 2026, com queda dos juros e novo Plano Diretor

Em Belo Horizonte, setor está confiante em mudanças estruturais ao longo do ano, como implementação do novo Plano Diretor

Diário do Comércio

21/01/2026 16h15 | Atualizada em 21/01/2026 16h29


O ano de 2026 desponta como um divisor de águas para o mercado imobiliário em Minas Gerais.

Mesmo diante dos desafios econômicos, o setor mantém o otimismo, ancorado em mudanças estruturais ao longo do ano, como a implementação do novo Plano Diretor de Belo Horizonte e o fortalecimento do diálogo com municípios do interior.

No campo econômico, a expectativa de queda na taxa de juros deve impulsionar o poder de compra, reduzindo o custo do crédito imobiliário. Paralelamente, o cenário político de ano eleitoral também tende a estimular investimentos e o consumo de bens duráveis, como imóveis.

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O ano de 2026 desponta como um divisor de águas para o mercado imobiliário em Minas Gerais.

Mesmo diante dos desafios econômicos, o setor mantém o otimismo, ancorado em mudanças estruturais ao longo do ano, como a implementação do novo Plano Diretor de Belo Horizonte e o fortalecimento do diálogo com municípios do interior.

No campo econômico, a expectativa de queda na taxa de juros deve impulsionar o poder de compra, reduzindo o custo do crédito imobiliário. Paralelamente, o cenário político de ano eleitoral também tende a estimular investimentos e o consumo de bens duráveis, como imóveis.

As perspectivas foram analisadas pelo novo presidente da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato da Habitação de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), Leirson Cunha, em entrevista ao Diário do Comércio.

O dirigente destaca que 2026 é propício tanto para proprietários quanto investidores do setor imobiliário devido à tendência de redução nos juros e ao aumento de capital disponível para investimentos, fator potencializado pelas eleições, apesar de desafios pontuais no calendário.

“Será um ano desafiador, com fatores como a Copa do Mundo, que tende a dispersar o foco, mas historicamente anos eleitorais se mostram favoráveis ao mercado”, reforça.

Em Belo Horizonte, o ano será marcado pela definição do aguardado Plano Diretor, que deve orientar a ocupação urbana e influenciar diretamente o ritmo dos novos empreendimentos.

Segundo Cunha, esse momento é favorável para a interlocução entre entidades, com foco em potencializar a atuação para sanar ou reduzir problemas na cidade.

“Entendemos que o prefeito tem uma postura favorável ao enfrentamento de problemas históricos da cidade, como mobilidade, segurança e a ocupação do espaço público. Acreditamos que a nossa diretoria pode contribuir com esse debate”, destaca.

Dentre as frentes de atuação do setor, a expectativa é positiva, com crescimento projetado tanto em loteamentos quanto em condomínios e locações, impulsionado pela atuação complementar entre os segmentos.

“A percepção é de um cenário mais favorável e de avanço em relação a 2025. Nas locações, em especial, temos visto que cresce a importância de um mercado cada vez mais profissional, com orientação tributária mais adequada e segurança nas operações”, avalia o dirigente.

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