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Valor Econômico
08/10/2010 11h03 | Atualizada em 08/10/2010 14h04
A Alcoa divulgou ontem que seu lucro líquido recuou 21% no terceiro trimestre, diante da valorização do câmbio e dos custos de energia. A fabricante de alumínio baseada em Pittsburgh registrou lucro líquido de US$ 61 milhões, ou 6 centavos por ação, para o período de três meses terminado em 30 de setembro.
No mesmo período do ano passado, a companhia tinha verificado lucro de US$ 77 milhões, ou 8 centavos por ação. A receita, por sua vez, avançou 14,6% para US$ 5,3 bilhões. Os resultados superaram as expectativas de Wall Street, de 5 centavos de dólar por ação e receita de US$ 4,95 bilhões.
A Alcoa, que fornece para uma grande variedade de fabricantes, incluindo as indústrias automotiva e aeroespacial, é uma das
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A Alcoa divulgou ontem que seu lucro líquido recuou 21% no terceiro trimestre, diante da valorização do câmbio e dos custos de energia. A fabricante de alumínio baseada em Pittsburgh registrou lucro líquido de US$ 61 milhões, ou 6 centavos por ação, para o período de três meses terminado em 30 de setembro.
No mesmo período do ano passado, a companhia tinha verificado lucro de US$ 77 milhões, ou 8 centavos por ação. A receita, por sua vez, avançou 14,6% para US$ 5,3 bilhões. Os resultados superaram as expectativas de Wall Street, de 5 centavos de dólar por ação e receita de US$ 4,95 bilhões.
A Alcoa, que fornece para uma grande variedade de fabricantes, incluindo as indústrias automotiva e aeroespacial, é uma das primeiras companhias a divulgar seus resultados financeiros para o trimestre. Os economistas geralmente usam seus resultados como base para realizar uma análise sobre a saúde da economia global.
O presidente da Alcoa, Klaus Kleinfeld afirmou que vê sinais de que a economia mundial continua a se recuperar da recessão. Alcoa aumentou sua previsão de consumo de alumínio para 13%, de 12%, para 2010.
"Em países como China, Brasil, Índia e Rússia, mais e mais pessoas estão se movendo para a classe média, impulsionando a demanda na construção civil, transporte e embalagem", afirmou Kleinfeld, em comunicado. "Esta tendência favorece alumínio, que é leve, forte e infinitamente reciclável", completou.
A Alcoa disse que os preços do alumínio aumentaram quase 15% na passagem anual, para US$ 2,261 dólares por tonelada métrica. No entanto, o aumento dos custos relacionados ao câmbio, custos de energia e outras despesas ajudaram a pressionar os lucros da companhia.
Embora as ações da Alcoa tenham avançado recentemente, elas não conseguiram acompanhar a alta no preço do metal nos últimos seis meses. No pregão after-market, as ações da Alcoa subiram para US$ 12,55, após fecharem o pregão regular cotadas a US$ 12,20 na Bolsa de Nova York.
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