Assessoria de Imprensa
30/03/2026 09h24
Mais resistente, sustentável e eficiente que o “asfalto tradicional”, o pavimento de Concreto Compactado com Rolo (CCR) desponta como uma inovação promissora para a infraestrutura viária brasileira, com vida útil até três vezes maior para ruas e estradas.
Atenta a essa transformação, a InterCement Brasil desenvolve estudos desde 2024 e adapta a tecnologia – já consolidada no exterior – às condições técnicas, climáticas e econômicas brasileiras.
Com vida útil superior a 20 anos, o CCR pode ser executado com rolos compressores e equipamentos similares aos utilizados em pavimentos c
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Mais resistente, sustentável e eficiente que o “asfalto tradicional”, o pavimento de Concreto Compactado com Rolo (CCR) desponta como uma inovação promissora para a infraestrutura viária brasileira, com vida útil até três vezes maior para ruas e estradas.
Atenta a essa transformação, a InterCement Brasil desenvolve estudos desde 2024 e adapta a tecnologia – já consolidada no exterior – às condições técnicas, climáticas e econômicas brasileiras.
Com vida útil superior a 20 anos, o CCR pode ser executado com rolos compressores e equipamentos similares aos utilizados em pavimentos convencionais, sem necessidade de fôrmas.
Ao proporcionar reduções significativas no uso de armações, a solução promete simplificar o processo e agilizar a execução da obra.
“A técnica de compactação torna o concreto mais denso e resistente desde o início, o que permite liberar o tráfego aos veículos em um menor prazo”, ressalta Adriano Gamallo, gerente de estratégia do canal técnico da InterCement Brasil.
“Como o material possui baixa fluidez, sua capacidade de suporte é maior e atinge rapidamente a resistência necessária para ser usado”, comenta
Segundo o executivo, ao ser reforçado com fibras poliméricas, metálicas ou de aramida, o CCR se torna ainda mais resistente e competitivo, com potencial de reduzir os custos em até 30%, sem perda de desempenho e com ganhos adicionais de sustentabilidade.
“Além de diminuir o uso de derivados de petróleo, o concreto permite a absorção de CO₂ ao longo do tempo, contribuindo para a redução da pegada de carbono da obra”, acrescenta Gamallo.
Ao entrar em contato com o CO₂ do ar, o concreto passa por uma reação chamada carbonatação, que resulta na formação de compostos que "prendem" o carbono, funcionando como um processo de absorção.
“Esse efeito é ainda mais evidente em pavimentos cepilhados (processo de fresagem da superfície), que oferecem maior área exposta para essa reação acontecer”, explica.
Outro benefício é a contribuição dos pavimentos de concreto para a mitigação das ilhas de calor urbano.
Por refletirem mais a radiação solar, mantêm temperaturas superficiais mais baixas do que a pavimento asfáltico – que, por sua coloração escura, absorve calor e pode ultrapassar os 60°C.
“Isso torna o ambiente urbano mais confortável e pode, inclusive, ajudar a reduzir o consumo de energia em edificações próximas, além de diminuir a necessidade de iluminação pública”, observa Gamallo.
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