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Indústria da construção desacelerou em abril

Segundo a sondagem feita pela CNI, otimismo do setor para os próximos meses caiu

Agência Brasil

26/05/2011 15h01 | Atualizada em 26/05/2011 19h19


A indústria da construção civil mostrou desaquecimento em abril, segundo sondagem divulgada hoje (26) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com a Câmara Brasileira da Construção Civil (Cbic).

Segundo dados da Sondagem da Construção Civil, o nível de atividade ficou em 50,2 pontos no mês de abril, sendo que em março o índice ficou em 49,9 pontos. O indicador vai de 0 a 100, e, quanto mais próximo de 100, melhor a percepção dos empresários. Se o índice estiver abaixo de 50 pontos isso indica atividade em queda ou baixa expectativa.

O nível de atividade efetivo em abril ficou abaixo do usual, com 48,3 pontos, abaixo dos 50, o que indica desaque

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A indústria da construção civil mostrou desaquecimento em abril, segundo sondagem divulgada hoje (26) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com a Câmara Brasileira da Construção Civil (Cbic).

Segundo dados da Sondagem da Construção Civil, o nível de atividade ficou em 50,2 pontos no mês de abril, sendo que em março o índice ficou em 49,9 pontos. O indicador vai de 0 a 100, e, quanto mais próximo de 100, melhor a percepção dos empresários. Se o índice estiver abaixo de 50 pontos isso indica atividade em queda ou baixa expectativa.

O nível de atividade efetivo em abril ficou abaixo do usual, com 48,3 pontos, abaixo dos 50, o que indica desaquecimento no setor.

Para os meses seguintes, os empresários da construção civil estão menos otimistas. O índice de expectativa para os próximos seis meses em relação a novos empreendimentos ficou em 59 pontos, abaixo do registrado na sondagem de março (61,1 pontos). A projeção para o nível de atividade também registrou queda, de 60,8 pontos, em março, para 59,7, em abril.

Também houve redução na expectativa de compra de insumos e de matéria-prima, que passou de 59,6 pontos, na sondagem de março, para 58,3, em abril. A previsão de novas contratações também apresentou queda de um mês para outro. A índice no mês de abril ficou em 58,2 pontos, contra 60,2 registrados em março.

Segundo a CNI, o otimismo em baixa reflete o corte de despesas pelo governo federal e a redução ou paralisação de várias obras pelos governos estaduais.

 

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