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05/10/2011 09h59 | Atualizada em 05/10/2011 13h17
O presidente da HRT, Marcio Mello, afirmou nesta terça-feira que a assinatura do contrato de venda da participação de 45% nos blocos de exploração de petróleo na bacia do Solimões, na Amazônia, para a TNK-BP será feita na próxima semana. De acordo com o executivo, as negociações já estão encerradas e a empresa está apenas concretizando os últimos detalhes no papel para apresentar até sexta-feira para a TNK. A TNK-BP é uma join venture feita entre investidores russos e a britânica BP.
“Uma negociação como essa leva tempo. Um orçamento que vai passar de US$ 3 bilhões em três anos”, ressaltou Mello, que participou da Offshore Technology Conference (OTC), no Rio de Janeiro. “O CEO da TNK-BP está vindo na próxima semana para a gente f
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O presidente da HRT, Marcio Mello, afirmou nesta terça-feira que a assinatura do contrato de venda da participação de 45% nos blocos de exploração de petróleo na bacia do Solimões, na Amazônia, para a TNK-BP será feita na próxima semana. De acordo com o executivo, as negociações já estão encerradas e a empresa está apenas concretizando os últimos detalhes no papel para apresentar até sexta-feira para a TNK. A TNK-BP é uma join venture feita entre investidores russos e a britânica BP.
“Uma negociação como essa leva tempo. Um orçamento que vai passar de US$ 3 bilhões em três anos”, ressaltou Mello, que participou da Offshore Technology Conference (OTC), no Rio de Janeiro. “O CEO da TNK-BP está vindo na próxima semana para a gente finalizar e assinar”, completou.
Mello explicou que alguns dos detalhes que estão sendo finalizados incluem mudanças burocráticas dos papeis que pertenciam à petroleira brasileira Petra. A parte que está sendo vendida para a TNK-BP pertencia à Petra até maio deste ano. Além disso, o executivo voltou a afirmar que a HRT será operadora.
“Eles já aceitaram que somos operadores e já está no papel”, frisou.
O executivo ressaltou que a intenção é atrair sinergias entre as duas empresas para melhorar ainda mais o trabalho feito no Brasil. Segundo ele, a TNK-BP tem excelência em produção e desenvolvimento. “Nós vamos operar, mas queremos toda a experiencia dentro da HRT”, afirmou.
Além disso, Mello disse que a parceria com a empresa também pode se estender para fora do país, embora nada tenha sido concretizado até o momento. A HRT já foi procurada por cerca de oito empresas com interesses nos reservatórios da empresa na Namíbia, segundo Mello. “Temos uma área que é metade de todo o pré-sal do Brasil”, destacou.
Sobre as sondas que serão compradas para exploração na Amazônia, Mello afirmou que quatro estão compradas e outras quatro devem ser decididas daqui a duas semanas. Segundo ele, a empresa está atenta à crise mundial e de olho nas melhores soluções para não prejudicar o caixa.
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