Mercado
02/03/2010 16h05
As fortes inundações ocorridas neste verão de 2010, provocadas por temporais cada vez mais freqüentes em cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, agravadas pela obstrução e perda de capacidade dos sistemas de drenagem, mostraram de forma implacável a fragilidade dos sistemas de gestão de resíduos urbanos, principalmente nas capitais. Prejuízos econômicos e sociais, com a destruição de equipamentos urbanos, engarrafamentos quilométricos, desabamentos e conseqüente perda de patrimônio pessoal pela sociedade, impõem a implantação urgente de mecanismos eficientes de gestão de resíduos sólidos, com manejo e destinação adequados.
No Brasil, as RCD (Resíduos da Construção e Demolição) constituem considerável massa dos re
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As fortes inundações ocorridas neste verão de 2010, provocadas por temporais cada vez mais freqüentes em cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, agravadas pela obstrução e perda de capacidade dos sistemas de drenagem, mostraram de forma implacável a fragilidade dos sistemas de gestão de resíduos urbanos, principalmente nas capitais. Prejuízos econômicos e sociais, com a destruição de equipamentos urbanos, engarrafamentos quilométricos, desabamentos e conseqüente perda de patrimônio pessoal pela sociedade, impõem a implantação urgente de mecanismos eficientes de gestão de resíduos sólidos, com manejo e destinação adequados.
No Brasil, as RCD (Resíduos da Construção e Demolição) constituem considerável massa dos resíduos sólidos urbanos. Quando mal gerenciada, esse grande volume de resíduos degrada a qualidade de vida urbana, sobrecarrega os serviços municipais de limpeza urbana e reforça no país a desigualdade social, através da drenagem de escassos recursos públicos para pagar a conta da coleta, transporte e disposição de resíduos depositados irregularmente em áreas públicas. Conta esta que, na realidade, é de responsabilidade dos geradores.
A partir de 2002, surgiram no Brasil políticas públicas e normas para os RCD, colocando o País em destaque junto aos demais do Hemisfério Sul e permitindo, assim, iniciativas no caminho da sustentabilidade. Além disso, há um interesse expressivo de empreendedores privados em busca de novos e rentáveis negócios no campo da triagem e reciclagem.
Esse potencial é economicamente viável, ambientalmente correto e socialmente justo, precisa e pode ser melhor explorado, em nome do bem estar coletivo da sociedade, da sustentabilidade das cidades e, porque não, do crescimento saudável das empresas.
Segmentação:
Workshop destinado às áreas da Construção Civil, Meio Ambiente, Saneamento, Universidades e governos (prefeituras, governos estaduais e federal).
Público-Alvo:
Engenheiros, Arquitetos, Empreiteiros, Administradores, Consultores, prefeitos e gestores públicos, Executivos do Governo (federal, estaduais e municipais), Ministérios, Associações de Classe, Empresários, Prestadores de serviços e Universidades (públicas e privadas), ONGs e Ministério Público.
Data: 31 de março de 2010
Local: FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro
Avenida Graça Aranha, 1 – Centro
Auditório Cinelândia – 13º andar
Duração: 08 horas
Metodologia: A programação do workshop será apresentada através de palestras e painéis.
Número de participantes: Vagas limitadas para 100 participantes.
Serviço
Planeja & Informa Comunicação e Marketing
(21) 2262-9401 / 8285-2460
cristiana.iop@planejabrasil.com.br
27 de agosto 2020
02 de julho 2020
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