Mercado
Folha
10/08/2010 14h27 | Atualizada em 10/08/2010 17h28
Segundo o coordenador-executivo do Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural), José Renato Ferreira de Almeida, em alguns casos, as empresas têm dificuldades de absorver tecnologia que já está madura em outros países.
Em outros, os empresários não conseguem fornecer para a estatal por falta de uma simples bancada de testes.
Embora a Petrobras tenha aumentado significativamente o percentual das compras no Brasil desde 2003, a aceleração dos investimentos coloca em dúvida a capacidade de as empresas acompanharem o ritmo da demanda da gigante do petróleo.
"A gente está chegando ao limite da capacidade de produção. Tem gente que daqui a pouco não vai conseguir atender", diz o coo
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Segundo o coordenador-executivo do Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural), José Renato Ferreira de Almeida, em alguns casos, as empresas têm dificuldades de absorver tecnologia que já está madura em outros países.
Em outros, os empresários não conseguem fornecer para a estatal por falta de uma simples bancada de testes.
Embora a Petrobras tenha aumentado significativamente o percentual das compras no Brasil desde 2003, a aceleração dos investimentos coloca em dúvida a capacidade de as empresas acompanharem o ritmo da demanda da gigante do petróleo.
"A gente está chegando ao limite da capacidade de produção. Tem gente que daqui a pouco não vai conseguir atender", diz o coordenador.
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