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28/07/2011 12h24 | Atualizada em 29/07/2011 15h47
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, explicou que Engenharia é a área prioritária do programa Ciência sem Fronteiras, anunciado nesta terça-feira (26), na 38ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), em Brasília.
Atualmente, a maioria das bolsas no exterior é destinada à área de ciências humanas, enquanto o setor de engenharia representa a minoria dos estudantes. Para o ministro, esse déficit pode prejudicar o desenvolvimento econômico do país.
Ao todo, o programa destinará 100 mil bolsas de intercâmbio para diversos níveis de estudo, do ensino médio ao doutorado. Essa concessão será custeada com parceria público-privada, sendo 75 mil bolsas desembolsadas pelo governo federal e
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O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, explicou que Engenharia é a área prioritária do programa Ciência sem Fronteiras, anunciado nesta terça-feira (26), na 38ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), em Brasília.
Atualmente, a maioria das bolsas no exterior é destinada à área de ciências humanas, enquanto o setor de engenharia representa a minoria dos estudantes. Para o ministro, esse déficit pode prejudicar o desenvolvimento econômico do país.
Ao todo, o programa destinará 100 mil bolsas de intercâmbio para diversos níveis de estudo, do ensino médio ao doutorado. Essa concessão será custeada com parceria público-privada, sendo 75 mil bolsas desembolsadas pelo governo federal e 25 mil com a colaboração de empresas da iniciativa privada. As áreas estratégicas do programa são engenharias, ciências básicas e tecnológicas. Confira apresentação.
"O programa é um esforço do Estado brasileiro para dar um salto quântico na formação de uma elite científica, tecnológica e nas engenharias que permite ao Brasil avançar com sustentabilidade em direção à inovação, à competitividade e à liderança empresarial em setores estratégicos", disse Mercadante na reunião, no Palácio do Planalto.
Serão contemplados os estudantes com produção científica diferenciada, alunos premiados em olimpíadas científicas e que já tenham completado no mínimo 40% e no máximo 80% dos créditos necessários para obtenção do diploma.
Os estudantes e pós-doutores serão treinados nas melhores instituições disponíveis, prioritariamente entre as 50 mais bem classificadas nos rankings da Times Higher Education e QS World UniversityRankings.
Para a presidente Dilma Rousseff, o país precisa reconhecer que há falhas e fraquezas na formação de ciências exatas, engenharias e saúde. "Se a gente as reconhece, damos um passo para o fortalecimento. Essa iniciativa é fundamental para o futuro", disse. Segundo a presidente, o programa ajuda a suprir a carência de engenheiros nos projetos de infraestrutura e pesquisa do país.
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