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Empresa mineira prevê dobrar o número de vendas de casas

Terramaris Empreendimentos quer fechar o ano com R$180 milhões em vendas de condomínios fechados de casas para a classe média

Assessoria de Imprensa

31/01/2024 12h52 | Atualizada em 01/02/2024 08h35


O ano de 2024 promete esquentar o mercado imobiliário, que deve apresentar melhor movimentação.

De acordo com Balanço do Desempenho do Mercado Imobiliário e da Construção Civil em Minas Gerais, apresentado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), entre janeiro e setembro de 2023, em todo o Brasil foram vendidas quase 235 mil unidades habitacionais, gerando R$129 bilhões no valor de venda global.

A retomada do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), é um dos fatores que impulsionará o mercado, já que entrou em 2024 com novas regras, entre elas o aumento do valor do subsídio e do teto de financiamento do imóvel.

Isso trouxe uma injeção muito grande de recursos para o setor, graças ao aumento da renda (de R$4 mil a R$8 mil), que ampliou o leque de interessados na compra de imóveis enquadrados no programa, atingindo o subsídio para a classe média.

A expectativa do governo brasileiro com a retomada do MCMV era financiar 375 mil unidades e conseguiu fechar o ano com cerca de 500 mil habitações contratadas e 21 mil entregues.

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O ano de 2024 promete esquentar o mercado imobiliário, que deve apresentar melhor movimentação.

De acordo com Balanço do Desempenho do Mercado Imobiliário e da Construção Civil em Minas Gerais, apresentado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), entre janeiro e setembro de 2023, em todo o Brasil foram vendidas quase 235 mil unidades habitacionais, gerando R$129 bilhões no valor de venda global.

A retomada do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), é um dos fatores que impulsionará o mercado, já que entrou em 2024 com novas regras, entre elas o aumento do valor do subsídio e do teto de financiamento do imóvel.

Isso trouxe uma injeção muito grande de recursos para o setor, graças ao aumento da renda (de R$4 mil a R$8 mil), que ampliou o leque de interessados na compra de imóveis enquadrados no programa, atingindo o subsídio para a classe média.

A expectativa do governo brasileiro com a retomada do MCMV era financiar 375 mil unidades e conseguiu fechar o ano com cerca de 500 mil habitações contratadas e 21 mil entregues.

Outro fato importante para os negócios é a queda da Taxa Selic para 11,75%, que vai trazer um grande alento para quem quer comprar a tão sonhada casa própria em 2024.

E, de olho nesse nicho de mercado, a incorporadora FRJR – dona da marca de condomínios de casas Terramaris – pretende atingir, em 2024, o marco de R$180 milhões em vendas, com a construção de imóveis para esse público do MCMV.

Em 2023, foram entregues 617 unidades habitacionais nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro e a projeção para este ano é alcançar 1.000 unidades”, cita um dos acionistas do grupo, André Gontijo.

A marca Terramaris existe desde 2018 e é a única focada na construção de condomínios fechados de casas para esta faixa de renda.

Em apenas cinco anos, gerou, aproximadamente, R$3,5 bilhões em valor geral de vendas (VGV), distribuídos em 25 cidades, nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

“A empresa vem dobrando as vendas a cada ano e estamos avançando para o interior de São Paulo e o Centro Oeste do Brasil, junto com algumas loteadoras que conhecem bem a região. Casas e lotes andam muito bem juntos porque têm perfis diferentes com fluxos de venda distintos, explica Gontijo.

A Terramaris conta, atualmente, com cerca de 15 mil unidades entre lançamentos e projetos em aprovação. “Conseguimos escalar muito rápido no mercado por escolhermos construir casas com um nível de preço tão acessível quanto o de apartamentos. Essa foi uma visão estratégica do grupo nesse novo nicho de pessoas que sonham ter a casa própria, com segurança, conforto e qualidade de vida”, diz Gontijo.

Os valores das casas da marca Terramaris variam entre R$189 mil e R$299 mil. A empresa disponibiliza imóveis com dois ou três quartos, com ou sem suíte, e quintal; com plantas entre 40 e 53 m²; portaria automatizada, estrutura de lazer completa (piscinas adulto e infantil; playground; academia ao ar livre; churrasqueira; bicicletário; dentre outros benefícios). Os empreendimentos agregam entre 200 e 2.000 unidades.

Francisco Drummond Junior, responsável por toda engenharia do grupo, explica que a construção das casas é feita no sistema de parede de concreto, que utiliza formas de alumínio especiais e infraestrutura mecanizada com equipamentos da finlandesa Avant.
Cada conjunto de forma produz uma casa por dia e hoje, após quatro anos, a infraestrutura é executada na metade do tempo inicial.

“Utilizamos tecnologia nos nossos processos, em equipamentos e materiais nos permite reduzir custo, prazo e, ainda, ganhar escala. Nosso grande desafio é produzir a casa com custo de apartamento, e temos alcançado este objetivo. Montamos uma linha de produção e acompanhamos a evolução diariamente”, salienta.

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