Mercado
Folha
11/06/2010 14h17 | Atualizada em 11/06/2010 18h08
O nível de emprego na indústria subiu 0,4% em abril, na comparação com março, quarta alta consecutiva nesse confronto, informou nesta sexta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em relação a igual período em 2009, houve alta de 3,3%, terceiro resultado consecutivo. É a maior variação, nessa comparação, desde fevereiro de 2008, quando o avanço havia sido de 3,5%.
No acumulado dos últimos 12 meses, registrou-se queda de 3,4%. De janeiro a abril, o emprego industrial registrou elevação média de 1,3%.
O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria caiu 0,4% em relação a março. Na comparação
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O nível de emprego na indústria subiu 0,4% em abril, na comparação com março, quarta alta consecutiva nesse confronto, informou nesta sexta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em relação a igual período em 2009, houve alta de 3,3%, terceiro resultado consecutivo. É a maior variação, nessa comparação, desde fevereiro de 2008, quando o avanço havia sido de 3,5%.
No acumulado dos últimos 12 meses, registrou-se queda de 3,4%. De janeiro a abril, o emprego industrial registrou elevação média de 1,3%.
O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria caiu 0,4% em relação a março. Na comparação com abril de 2009, verificou-se aumento de 5,4%. No acumulado em 12 meses, porém, houve queda de 1,3%.
Na comparação com igual mês em 2009, o emprego industrial subiu em todos os 14 locais pesquisados, principalmente no Ceará (8,9%), no Rio Grande do Sul (4,9%) e em São Paulo (2,8%).
Entre os setores, houve avanço em 13 dos 18 ramos industriais. As maiores contribuições vieram das produções de alimentos e bebidas (2,7%), calçados e couro (7%), produtos de metal (6,9%) e máquinas e equipamentos (5,8%).
Por outro lado, houve retração de 8,7% na produção de madeira.
O número de horas pagas ficou praticamente estável ante março, com variação positiva de 0,1%. Em relação a período correspondente em 2009, houve alta de 4,2%, a mais significativa desde dezembro de 2004, quando subira 4,7%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, foi constatada retração de 3,1%.
Em relação a fevereiro de 2009, o número de horas pagas registrou avanço nas 14 regiões avaliadas, e em 14 dos 18 ramos. Em termos setoriais, as principais contribuições vieram das indústrias de meio de transporte (9,3%), alimentos e bebidas (3,1%) e máquinas e equipamentos (8,6%).
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