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Eike admite investir em siderúrgicas

DCI

14/09/2010 10h13 | Atualizada em 14/09/2010 14h03


O empresário Eike Batista admitiu ontem que estuda a entrada do Grupo EBX no setor de siderurgia. Ele não confirmou que realizará o investimento di- reto, mas deixou em aberto essa possibilidade durante a coletiva que promoveu para anunciar o negócio que envolve a MMX, a LLX Sudeste e a sul-coreana SK Networks, que pagará US$ 700 milhões por 11% do capital social da subsidiária de mineração do grupo que preside.

Capitalização
O Grupo EBX planeja investir em siderurgia, segundo afirmou ontem seu acionista majoritário, Eike Batista. Segundo o empresário, a companhia estuda a possibilidade de entrar em mais esse segmento de infraestrutura.

Para que seja concretizado esse projeto, porém, o consumo de aço

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O empresário Eike Batista admitiu ontem que estuda a entrada do Grupo EBX no setor de siderurgia. Ele não confirmou que realizará o investimento di- reto, mas deixou em aberto essa possibilidade durante a coletiva que promoveu para anunciar o negócio que envolve a MMX, a LLX Sudeste e a sul-coreana SK Networks, que pagará US$ 700 milhões por 11% do capital social da subsidiária de mineração do grupo que preside.

Capitalização
O Grupo EBX planeja investir em siderurgia, segundo afirmou ontem seu acionista majoritário, Eike Batista. Segundo o empresário, a companhia estuda a possibilidade de entrar em mais esse segmento de infraestrutura.

Para que seja concretizado esse projeto, porém, o consumo de aço deverá estar garantido, pois a sobra de produção que ainda existe no mundo inviabiliza qualquer tentativa sem garantias.

As vendas do minério de ferro do grupo, por sua vez, estão com o mercado consumidor definido. Ontem foi a vez da sul-coreana SK Networks de anunciar o pagamento de US$ 700 milhões por 11% do controle da mineradora brasileira, que terá um aumento de capital de até US$ 2,2 bilhões se todos os acionistas exercerem suas opções.

Entre os termos da aquisição da MMX está a de que a SK receberá o minério para suas operações em seu país de origem, assim como ocorreu no negócio com a chinesa Wisco, finalizado no início do ano. O minério será escoado pelo Porto Sudeste, que deve ser adquirido da LLX, braço logístico do Grupo EBX, por US$ 2,3 bilhões. Os acionistas da LLX receberão o valor em ações da MMX ou royalties ao valor de US$ 5 por tonelada embarcada no porto. Batista disse que foi "criada uma autopista para chegar aos mercados chinês e sul-coreano".

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