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DNIT defende ampliação de hidrovias

Diretor aponta o modal como o mais barato

Webtranspo

04/07/2011 14h56 | Atualizada em 05/07/2011 12h40


No Brasil, as rodovias correspondem por 58% do transporte feito no País, fator que, de acordo com muitos especialistas, encarece a produção nacional. Analisando este cenário Luiz Antonio Pagot, diretor geral do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte), afirmou que é necessário transcender o modal rodoviário.

“Além do aumento da produção do agronegócio, temos ainda o transporte de minério, com quase 40% passando por nossas estradas. A parte rodoviária vai atender, mas o fundamental, em nosso caminho, é a mudança na matriz de transporte”, relatou Pagot, que também apontou, “precisamos de um modal mais competitivo, que é o hidroviário”.

Para que isso aconteça, o diretor lembrou os investimentos feitos pel

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No Brasil, as rodovias correspondem por 58% do transporte feito no País, fator que, de acordo com muitos especialistas, encarece a produção nacional. Analisando este cenário Luiz Antonio Pagot, diretor geral do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte), afirmou que é necessário transcender o modal rodoviário.

“Além do aumento da produção do agronegócio, temos ainda o transporte de minério, com quase 40% passando por nossas estradas. A parte rodoviária vai atender, mas o fundamental, em nosso caminho, é a mudança na matriz de transporte”, relatou Pagot, que também apontou, “precisamos de um modal mais competitivo, que é o hidroviário”.

Para que isso aconteça, o diretor lembrou os investimentos feitos pelo governo para incentivar as hidrovias no Brasil, os recursos dados pelo PAC devem totalizar 2,7 bilhões até 2014. A união destinou R$ 300 milhões para a hidrovia do São Francisco, R$ 150 milhões à hidrovia do Tocantins e R$ 650 milhões à hidrovia Tietê-Paraná, esta última com um aporte financeiro de R$ 12 bilhões, segundo Pagot, possibilitaria a ascensão dos cinco milhões de toneladas transportados por ano, atualmente, para um volume de 30 milhões de toneladas anuais.

Contudo, o dirigente do DNIT ressalta que o País continua investindo em melhorar suas rodovias. “Estamos com 65% de rodovias em estado bom e satisfatório e 15% em situação ruim, situação que deverá ser superada até 2014”, o departamento destina aproximadamente R$ 5 bilhões para a manutenção de estradas anualmente.

Outro ponto abordado por Pagot foi a necessidade de ampliar a capacidade de estoque nos entroncamentos das ferrovias com as rodovias. “Em inúmeras regiões, na época das grandes safras, sofremos com a falta de armazéns. Precisamos por foco em um programa de armazenagem para sair daqueles atuais 15% que as fazendas oferecem”, afirmou e também frisou que para isso é necessário que haja um custeio adequado por meio de financiamentos com juros compatíveis e de longo prazo.

 

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