Mercado
Reuters
28/05/2010 10h41 | Atualizada em 28/05/2010 13h42
A Cosan pode voltar a comprar novas usinas ainda este ano se os preços se mostrarem compatíveis com o retorno do investimento, afirmou Rubens Ometto Silveira Mello, presidente do Conselho de Administração da companhia.
"A crise financeira trouxe muita coisa à realidade, então os preços de usinas estão vindo a uma realidade compatível com o retorno do investimento. E tão logo isso chegue ao patamar que a gente acha que é um bom investimento, nós voltaremos às compras", disse Ometto, acrescentando que vê essa movimentação ainda este ano.
Sobre construir usinas fora do Brasil, Ometto não acredita ser um projeto viável para a Cosan, uma vez que considera o Brasil a melhor região para a produção de açúcar e etanol para a compa
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A Cosan pode voltar a comprar novas usinas ainda este ano se os preços se mostrarem compatíveis com o retorno do investimento, afirmou Rubens Ometto Silveira Mello, presidente do Conselho de Administração da companhia.
"A crise financeira trouxe muita coisa à realidade, então os preços de usinas estão vindo a uma realidade compatível com o retorno do investimento. E tão logo isso chegue ao patamar que a gente acha que é um bom investimento, nós voltaremos às compras", disse Ometto, acrescentando que vê essa movimentação ainda este ano.
Sobre construir usinas fora do Brasil, Ometto não acredita ser um projeto viável para a Cosan, uma vez que considera o Brasil a melhor região para a produção de açúcar e etanol para a companhia.
"Isso pra mim não faz sentido nenhum. O Brasil é o melhor lugar do mundo para você plantar cana e produzir açúcar e álcool, então não faz sentido nenhum eu ir para outros países", afirmou o executivo durante evento de inauguração da nova usina da Cosan em Jataí, Goiás.
O executivo acredita que os preços do açúcar podem ficar estáveis e a presença do Brasil no mercado internacional deve ganhar força.
"O que você vai ver é que o mercado vai estar cada vez mais equilibrado. O Brasil cada vez mais dominando o mercado mundial de açúcar. Isso cria a condição de a gente manter os preços mais estáveis, com menos volatilidade", projetou ele, afirmando que os níveis atuais devem ser mantidos.
Em relação à parceria com a petroleira Shell, anunciada em fevereiro, o executivo limitou-se a garantir que "vai bem".
"Eu tenho que me disciplinar porque eu gosto muito de falar sobre isso, mas se eu falar a CVM (Comissão de Valores Mobilíarios) vem atrás de mim....o que eu posso dizer é que vai muito bem."
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