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Valor Online
21/01/2011 13h04 | Atualizada em 21/01/2011 15h04
A Copel, empresa estatal de energia do Paraná, quinta maior distribuidora e nona maior geradora do país, muda de orientação após oito anos sob o comando do polêmico ex-governador, Roberto Requião (PMDB).
O novo presidente, Lindolfo Zimmer, indicado pelo governador Beto Richa (PSDB), dá o primeiro tom da mudança: reajustes tarifários refletem a real necessidade da empresa de investir e serão aplicados integralmente.
Em 2011, a Copel deve investir R$ 2 bilhões em função dos leilões que venceu e também na atividade de distribuição de energia. Para isso, tem forte caixa e pouca dívida - só 20% de seu patrimônio líquido.
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A Copel, empresa estatal de energia do Paraná, quinta maior distribuidora e nona maior geradora do país, muda de orientação após oito anos sob o comando do polêmico ex-governador, Roberto Requião (PMDB).
O novo presidente, Lindolfo Zimmer, indicado pelo governador Beto Richa (PSDB), dá o primeiro tom da mudança: reajustes tarifários refletem a real necessidade da empresa de investir e serão aplicados integralmente.
Em 2011, a Copel deve investir R$ 2 bilhões em função dos leilões que venceu e também na atividade de distribuição de energia. Para isso, tem forte caixa e pouca dívida - só 20% de seu patrimônio líquido.
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