Mercado
EXAME.com
26/07/2010 13h31
São Paulo - Mesmo com o grande aumento de encomendas, o número de contratações de serviços nacionais da Petrobras cresceu 400% desde 2003. Segundo o balanço divulgado pela empresa, o conteúdo nacional mínimo passou de 57% para 77,34% em seis anos. De 2004 a 2010, os valores sempre superaram as metas estabelecidas pela companhia. A empresa atribui o crescimento à confiança que tem no mercado supridor nacional e na sua capacidade de resposta.
Em nota à imprensa, a empresa explica que a chamada Política Industrial Dirigida por Demanda da Petrobras é uma forma de usar seu poder de compra para aumentar a competitividade das empresas fornecedoras locais. "Esse aumento da competitividade vem sendo conquistado por meio do incentivo para
...

São Paulo - Mesmo com o grande aumento de encomendas, o número de contratações de serviços nacionais da Petrobras cresceu 400% desde 2003. Segundo o balanço divulgado pela empresa, o conteúdo nacional mínimo passou de 57% para 77,34% em seis anos. De 2004 a 2010, os valores sempre superaram as metas estabelecidas pela companhia. A empresa atribui o crescimento à confiança que tem no mercado supridor nacional e na sua capacidade de resposta.
Em nota à imprensa, a empresa explica que a chamada Política Industrial Dirigida por Demanda da Petrobras é uma forma de usar seu poder de compra para aumentar a competitividade das empresas fornecedoras locais. "Esse aumento da competitividade vem sendo conquistado por meio do incentivo para adequação do parque supridor nacional, que vai desde a qualificação de profissionais, estruturação de mecanismos de financiamento, estímulo às parcerias entre empresas nacionais e estrangeiras, até a viabilização de novas fábricas no país", diz o documento.
Além de identificar fornecedores e criar políticas específicas para cada segmento, a companhia criou no país mais de 80 redes de universidades e centros de pesquisa para responder questões ligadas a petróleo e gás. Um dos indícios de progresso apresentados pela empresa é uma pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em parceria com a Petrobras. Segundo o estudo, de 1998 a 2007, as empresas fornecedoras apresentaram melhores resultados como exportadoras e empregaram pessoal mais qualificado do que as outras companhias similares. As fornecedoras da petroleira também apresentaram um percentual maior de engenheiros e pesquisadores.
A nota divulgada pela Petrobras afirma que a empresa também está adotando uma política de consolidação das demandas para itens não fabricados no Brasil, como turbo-geradores, turbo-compressores, sistemas de injeção e guindastes marítimos. "Essa medida vai possibilitar a realização de contratos de longo prazo, viabilizando a instalação de fábricas no Brasil, inclusive com transferência de tecnologia e instalação de engenharia local", afirma.
27 de agosto 2020
02 de julho 2020
Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj. 701/703 Água Branca - CEP 05001-000 São Paulo/SP
Telefone (11) 3662-4159
© Sobratema. A reprodução do conteúdo total ou parcial é autorizada, desde que citada a fonte. Política de privacidade