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05 de agosto de 2021
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Construção eleva novamente seu nível de emprego em junho

SindusCon-SP espera que esforço do setor não seja minado pela reforma tributária
Fonte: Assessoria de Imprensa

A indústria da construção brasileira abriu 22.460 empregos em junho, variação de 0,92% na comparação com maio. No ano, o setor criou 178.606 postos de trabalho com carteira assinada (+7,86% na comparação com dezembro).

Pelo segundo mês consecutivo, o setor retomou ligeiramente o ritmo de crescimento do emprego depois de este desacelerar. Registraram-se 22 mil contratados em maio, 21 mil em abril, 24 mil em março, 44 mil em fevereiro e o mesmo número em janeiro.

Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados em 29 de julho pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, em transferência do Ministério da Economia para o Ministério do Emprego e Previdência.

De julho de 2020 a junho de 2021, a construção abriu 322.697 novos empregos, um aumento de 15,15%. Foi o quarto setor que gerou o maior número de postos de trabalho formais nestes 12 meses, atrás de serviços (+1.069.288), comércio (+743.719) e indústria (+695.419 vagas), e na frente da agropecuária (+154.800).

De acordo com Odair Senra, presidente do SindusCon-SP, o crescimento do emprego na construção demonstra que o setor segue se esforçando para atender a demanda por obras imobiliárias e de infraestrutura, mesmo tendo que suportar um au...


A indústria da construção brasileira abriu 22.460 empregos em junho, variação de 0,92% na comparação com maio. No ano, o setor criou 178.606 postos de trabalho com carteira assinada (+7,86% na comparação com dezembro).

Pelo segundo mês consecutivo, o setor retomou ligeiramente o ritmo de crescimento do emprego depois de este desacelerar. Registraram-se 22 mil contratados em maio, 21 mil em abril, 24 mil em março, 44 mil em fevereiro e o mesmo número em janeiro.

Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados em 29 de julho pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, em transferência do Ministério da Economia para o Ministério do Emprego e Previdência.

De julho de 2020 a junho de 2021, a construção abriu 322.697 novos empregos, um aumento de 15,15%. Foi o quarto setor que gerou o maior número de postos de trabalho formais nestes 12 meses, atrás de serviços (+1.069.288), comércio (+743.719) e indústria (+695.419 vagas), e na frente da agropecuária (+154.800).

De acordo com Odair Senra, presidente do SindusCon-SP, o crescimento do emprego na construção demonstra que o setor segue se esforçando para atender a demanda por obras imobiliárias e de infraestrutura, mesmo tendo que suportar um aumento recorde de 34,5% em seus custos com materiais de construção nos últimos 12 meses.

“Esperamos que esse esforço não seja minado com o aumento da carga tributária embutido na proposta do governo de mudança do Imposto de Renda”, diz Senra.

Nas atividades imobiliárias, o saldo entre admissões e contratações em junho foi positivo: 1.735 (+1,04%), acumulando 10.016 (+6,32%) no ano e 16.851 (+11,11%) em 12 meses.

Neste segmento, o ritmo de crescimento do emprego voltou a acelerar após quatro meses de desaceleração, ante os 1.345 empregos gerados em maio, 1.486 em abril, 1.572 em março, 1.809 em fevereiro e 2.061 em janeiro.

Estoque
Ao final de junho, a construção empregava 2.452.823 trabalhadores com carteira assinada no país.

Já o saldo entre admissões e demissões entre todos os setores da atividade econômica no país resultou na abertura de 309 mil empregos em junho.

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