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Exame.com
02/12/2011 09h47 | Atualizada em 02/12/2011 12h07
A bolsa não está fácil para ninguém neste ano. E isso inclui também o homem mais rico do Brasil. Eike Batista, sozinho, controla cinco empresas na Bovespa, mas apenas uma delas o faz sorrir em 2011. As demais estão com um desempenho pior ao do Ibovespa, o principal índice de ações da bolsa brasileira. Em comum, a maioria sofre por estar em um estágio pré-operacional, o que exige um desconto por parte dos investidores. Veja o gráfico:
MPX
A empresa de energia de Eike Batista subiu 64% em 2011 e figura entre as maiores altas de toda a bolsa. Dentro do índice Small Cap, do qual faz parte, só perde para alta de 72,35% do banco Panamericano (BPNM4),
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A bolsa não está fácil para ninguém neste ano. E isso inclui também o homem mais rico do Brasil. Eike Batista, sozinho, controla cinco empresas na Bovespa, mas apenas uma delas o faz sorrir em 2011. As demais estão com um desempenho pior ao do Ibovespa, o principal índice de ações da bolsa brasileira. Em comum, a maioria sofre por estar em um estágio pré-operacional, o que exige um desconto por parte dos investidores. Veja o gráfico:
MPX
A empresa de energia de Eike Batista subiu 64% em 2011 e figura entre as maiores altas de toda a bolsa. Dentro do índice Small Cap, do qual faz parte, só perde para alta de 72,35% do banco Panamericano (BPNM4), cujos ativos se recuperam após a descoberta de uma fraude.
Segundo o analista Ricardo Corrêa, da Ativa Corretora, o desempenho recente – a ação subiu 15% em novembro - está ligado ao próximo leilão de energia que será realizado em 20 de dezembro. Caso vença, a MPX pode aumentar em 30% a capacidade instalada para atender ao contrato, explica.
As chances de levar a disputa cresceram após a Petrobras anunciar que não irá mais fornecer gás para as usinas termelétricas que participariam do A-5, o que fez com que elas desistissem do leilão. Além disso, a Usina São Manoel, no Rio Teles Pires, na divisa de Mato Grosso com o Pará, também não participará porque não conseguirá a licença a tempo
OGX
Os constantes atrasos para a retirada do primeiro óleo da OGX parecem ter irritado os investidores. Depois de muitas promessas, a data foi decretada para a última semana de 2011. A previsão foi mantida pelo diretor de produção da petrolífera, Reinaldo Belotti, na semana passada, apesar de algumas pendências.
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