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27/01/2011 13h34 | Atualizada em 27/01/2011 16h47
O grupo CCR, por orientação de seus acionistas controladores, começou a colocar as concessões de aeroportos no radar das possibilidades de negócio no futuro.
Embora o tema não esteja nesse momento no foco das estratégias, a companhia já está se preparando para entrar nesse segmento caso o governo decida transferir a infraestrutura aeroportuária para a iniciativa privada.
'Estamos trabalhando, estamos monitorando o sistema, estamos tentando acompanhar o que vem aí em termos de investimento, de tal forma que, se esse assunto for passado para a CCR, a gente vai estar preparado para desenvolver', afirmou o presidente da companhia, Renato Vale, em entrevista publicada em podcast no site da gestora de recursos Rio Bravo investi
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O grupo CCR, por orientação de seus acionistas controladores, começou a colocar as concessões de aeroportos no radar das possibilidades de negócio no futuro.
Embora o tema não esteja nesse momento no foco das estratégias, a companhia já está se preparando para entrar nesse segmento caso o governo decida transferir a infraestrutura aeroportuária para a iniciativa privada.
'Estamos trabalhando, estamos monitorando o sistema, estamos tentando acompanhar o que vem aí em termos de investimento, de tal forma que, se esse assunto for passado para a CCR, a gente vai estar preparado para desenvolver', afirmou o presidente da companhia, Renato Vale, em entrevista publicada em podcast no site da gestora de recursos Rio Bravo investimentos.
O executivo citou, no entanto, que o movimento poderá encontrar um entrave no interesse dos acionistas majoritários no bloco de controle da CCR - Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Soares Penido - em investir em aeroportos. 'Ficaria difícil concorrer com eles e eles participando do nosso grupo de controle.'
Vale lembrou que, por um acordo de acionistas, os controladores já têm o compromisso de não participar em licitações e negócios que apresentem a 'mínima concorrência' com as atividades da CCR.
O executivo também fez comentários sobre os planos de internacionalização da companhia, dizendo que o México e os Estados Unidos estão no centro dessa estratégia. A ideia é buscar oportunidades em concessões de rodovias nesses mercados, antes de partir para uma diversificação.
'Faz todo o sentido para nós desenvolver negócios na América Latina e continuamos de olho nos Estados Unidos, que ainda é o maior mercado mundial', assinalou Vale.
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