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Agência Estado
01/11/2012 11h03
O Indicador do Nível de Atividade da Construção Paulista registrou expansão de 5,8 pontos de agosto para setembro, passando de 44,2 para 50 pontos. Como o índice vai de zero a 100 e a marca de 50 pontos delimita a divisão entre crescimento e queda, a atividade na construção entrou no mês passado na zona da estabilidade.
Analisando, entretanto, pela trajetória de queda que o setor vinha apresentando desde meados de 2011, o que se observa é uma retomada. Os dados são do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e resultam da abertura do Indicador do Nível de Atividade (INA).
Conforme o levantamento, a maior expansão da construção paulista ocorreu ent
...O Indicador do Nível de Atividade da Construção Paulista registrou expansão de 5,8 pontos de agosto para setembro, passando de 44,2 para 50 pontos. Como o índice vai de zero a 100 e a marca de 50 pontos delimita a divisão entre crescimento e queda, a atividade na construção entrou no mês passado na zona da estabilidade.
Analisando, entretanto, pela trajetória de queda que o setor vinha apresentando desde meados de 2011, o que se observa é uma retomada. Os dados são do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e resultam da abertura do Indicador do Nível de Atividade (INA).
Conforme o levantamento, a maior expansão da construção paulista ocorreu entre as pequenas empresas, que viram a atividade pular 15 pontos, de 35 em agosto para 50 pontos em setembro. Nas empresas de médio porte, a atividade ficou estável no período. Nas grandes empresas, houve uma ampliação de 5,6 pontos, de 44,4 pontos para 50 pontos.
Ainda segundo a Fiesp, o número de empregados do setor em setembro, quando comparado o levantamento do mês anterior, recuou de 51,6 pontos em agosto para 47,4 pontos em setembro. Entre as pequenas empresas o movimento foi ainda pior e a redução no quesito empregos da sondagem foi de 8,3 pontos, levando o índice de 58,3 pontos para 50 pontos entre agosto e setembro. No segmento das médias empresas, houve um recuo de 54,5 pontos para 48,3 pontos. Nas grandes empresas, a piora foi mais sutil, de 47,2 pontos em agosto para 45,8 pontos em setembro.
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