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Reuters
11/01/2011 13h44 | Atualizada em 11/01/2011 15h57
O chanceler da Argentina disse nesta segunda-feira (10) a seu colega brasileiro que quer um lugar para as empresas de seu país nas obras de infraestrutura da Copa do Mundo de 2014, além de vencer o torneio que será organizado por seu maior rival no futebol.
O Brasil, depois da Copa, sediará no Rio de Janeiro os Jogos Olímpicos de 2016, dois eventos que exigirão milionários investimentos em estádios, redes de transporte e ampliação de aeroportos, entre outros.
'O Brasil vai contar com dois dos maiores espetáculos mundiais ... a Copa do Mundo, além de ganhar, a Argentina pretende também cooperar com a construção de estádios, com a construção de infraestrutura', disse o chanceler argentino, Héctor Timerman, depois de receber
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O chanceler da Argentina disse nesta segunda-feira (10) a seu colega brasileiro que quer um lugar para as empresas de seu país nas obras de infraestrutura da Copa do Mundo de 2014, além de vencer o torneio que será organizado por seu maior rival no futebol.
O Brasil, depois da Copa, sediará no Rio de Janeiro os Jogos Olímpicos de 2016, dois eventos que exigirão milionários investimentos em estádios, redes de transporte e ampliação de aeroportos, entre outros.
'O Brasil vai contar com dois dos maiores espetáculos mundiais ... a Copa do Mundo, além de ganhar, a Argentina pretende também cooperar com a construção de estádios, com a construção de infraestrutura', disse o chanceler argentino, Héctor Timerman, depois de receber o ministro de Relações Exteriores brasileiro, Antonio Patriota.
'Falamos da importância que pode ter que empresas dos dois países participem das compras governamentais' do Brasil, acrescentou Timerman.
Brasil e Argentina são os dois principais sócios do bloco econômico Mercosul, integrado também por Uruguai e Paraguai.
O intercâmbio entre as maiores economias sul-americanas superou os 32 bilhões de dólares em 2010.
Apesar desse grande volume de comércio, o capítulo das compras governamentais tem sido um espinho para a integração da região.
Diplomatas argentinos afirmam que o mercado de compras governamentais brasileiro está virtualmente fechado para as empresas argentinas.
Patriota chegou a Buenos Aires em sua primeira viagem ao exterior como ministro brasileiro para preparar uma visita que a presidente Dilma Rousseff fará à Argentina em 31 de janeiro.
Ele se reuniu com sete ministros argentinos e foi recebido na Casa Rosada pela presidente Cristina Kirchner.
Patriota ressaltou o grande momento das relações entre Brasil e Argentina e indicou que em breve os governos poderão buscar um entendimento para aumentar as frequências de voos comerciais entre as duas nações.
'Falamos (com Timerman) também dos voos, a frequência dos voos entre os dois países, que é uma forma de contribuir para o intercâmbio do turismo', Patriota afirmou em entrevista coletiva.
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