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Valor Online
29/11/2011 15h51 | Atualizada em 29/11/2011 17h52
Apesar da sinalização dos fabricantes de materiais de construção de que as vendas em novembro estão acima das de outubro, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Cover, já considera um desafio que o setor consiga ter crescimento real de 4% em 2011, projeção mais recente divulgada pela entidade.
Conforme a pesquisa Termômetro Abramat, 69% das empresas do setor consultadas em novembro disseram estar otimistas com o desempenho do setor, ante 72% em outubro. A piora do indicador reflete a queda real de 3,5% nas vendas internas de materiais pelas indústrias em outubro ante setembro, segundo Cover.
O ritmo de vendas para as construtoras foi mantido, mas houve retração nas
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Apesar da sinalização dos fabricantes de materiais de construção de que as vendas em novembro estão acima das de outubro, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Cover, já considera um desafio que o setor consiga ter crescimento real de 4% em 2011, projeção mais recente divulgada pela entidade.
Conforme a pesquisa Termômetro Abramat, 69% das empresas do setor consultadas em novembro disseram estar otimistas com o desempenho do setor, ante 72% em outubro. A piora do indicador reflete a queda real de 3,5% nas vendas internas de materiais pelas indústrias em outubro ante setembro, segundo Cover.
O ritmo de vendas para as construtoras foi mantido, mas houve retração nas destinadas ao varejo, que responde por dois terços do total. "A crise internacional tem levado o consumidor final a ficar mais apreensivo e a postergar compras e reformas", diz o presidente da Abramat. Os efeitos no crédito, no mês de outubro, das medidas anunciadas pelo governo para conter a inflação e a greve bancária também são razões citadas para a queda das vendas de materiais.
No varejo, os indicativos também são de que as vendas de novembro superam as de outubro, de acordo com o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Claudio Conz. No mês passado, as vendas caíram 7% em relação a setembro, o que resultou na redução da projeção anual da Abramat de crescimento das vendas do setor de 6% para 5%. "Acreditamos que a previsão de aumento de 5% esteja bastante realista", afirma Conz.
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